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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Evento reunirá Igrejas

Líderes evangélicos anunciam grande manifestação em Brasília

Multidão evangélica evangélicos
Nesta quarta-feira, 10, diversas lideranças evangélicas estiveram reunidas no Café com os Pastores promovido pelo Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro – COMERJ, presidido pelo Pr. Silas Malafaia. O evento aconteceu na sede da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, na Penha, na zona norte do Rio de Janeiro, e contou com a presença de líderes como Pr. Marcus Gregório e Pr Marco Antônio Peixoto. Além do culto, as recentes investidas contra as igrejas evangélicas, em particular o caso Marco Feliciano, vieram à pauta.
“Estamos conscientes de que há um movimento articulado contra os evangélicos com fundamento ideológico”, apontou o deputado federal Arolde de Oliveira, que esteve à frente junto com o Pr. Abner Ferreira, pastor da Assembleia de Deus em Madureira.
As lideranças decidiram articular uma manifestação massiva em Brasília contra as afrontas às igrejas. “Essa manifestação deve acontecer no início de junho e será um marco”, disse o deputado ao final do encontro.
COMENTÁRIO:
O anúncio do evento se dá um dia após a Convenção Geral das Assembleias de Deus, que representa 24 MIL pastores, ter aprovado por unanimidade uma moção de apoio ao deputado Marco Feliciano.
No evento de hoje não estavam somente os representantes da Assembleia de Deus, mas de diversas outras denominações evangélicas.
Como cidadãos cristãos que amamos nossas famílias e queremos o bem estar para o futuro de nossa Nação, devemos reagir, de forma pacífica, a essa sórdida estratégia.
A perseguição que hoje se faz a Marco Feliciano representa na verdade um ataque direto aos cristãos, mesmo que muitos nem consigam visualizar isto.  Há uma forte articulação ideológica que visa impedir que os princípios cristãos sejam difundidos na sociedade brasileira e vem crescendo cada vez mais. Isto é incontestável.
Qualquer um que estivesse ocupando a função dele na CDH, seja de que partido fosse, e que tivesse as posições pró-família idênticas à dele (explicitamente contrário ao ‘casamento’ homoerótico, ao aborto, à legalização da prostituição),  sofreria os mesmos ataques.
O ataque não é Marco Feliciano, mas ao segmento que ele representa – os cristãos, sem dúvida alguma.

sábado, 17 de agosto de 2013

Ministerio e Lideranca Crista


INTRODUÇÃO: A liderança de Davi nos ensina princípios e posturas que se aplicam aos dias atuais.

1 – Desenvolva uma conduta adequada nas relações familiares

- Qual a sua condição ou posição na família?
- Na condição de filho Davi foi submisso ao seu pai (1 Sm 16.11-12; 19.22; 17.12-22).
- A nossa postura na posição que ocupamos em família nos qualifica ou nos reprova para o exercício da liderança cristã (Lc 2.51-52; 1 Tm 3.1-5; 5.8; Ef 5.22-33; 6.1-4).

2 – Descubra a sua vocação e o seu lugar na realização da obra de Deus

- É Deus que em graça e soberania nos chama para a sua obra (Gn 12.1-2; Êx 3.10; Jz 3.9; 1 Sm 16.1; Jr 1.5; Mt 20.23; Mc 3.13-19; Lc 1.31-33; Jo 15.16; At 9.10-16; 13.1-2; 20.28; Gl 1.15; 1 Tm 1.12-16; 2 Tm 1.8-11; Hb 5.4).
- Devemos estar contentes com a obra e o lugar para qual o Senhor nos chamou, mesmo que esta obra e lugar não nos dê visibilidade. No universo da obra de Deus nem sempre estaremos na condição de protagonistas, mas sempre a nossa função será relevante. Precisamos fugir das tentações da sociedade do espetáculo, onde o que importa é aparecer, custe o que custar.

3 – Tenha cuidado com a síndrome dos primeiros lugares nas listas

- Davi ficou de fora da primeira lista de candidatos, mas era ele o escolhido de Deus (1 Sm 16.4-13).
- Paulo, por razões óbvias aparece no início de seu ministério sempre depois de Barnabé (At 11.25, 30; 12.25).
- Paulo, na lista dos profetas e doutores da igreja em Antioquia aparece em último lugar (At 13.1), para logo em seguida ser chamado pelo Espírito para uma grande obra, ficando dessa forma em evidência, mas logo atrás de Barnabé (At 13.2, 7).
- Deus cria situações que promovem o nosso nome para a glória dele (At 13.8-12). Paulo, após o episódio em Pafos, é citado pela primeira vez a frente de um trabalho (At 13.13).
- É preciso saber conviver com a alternância do nosso nome nas listas (At 13.43, 46, 14.12, 14, 19-20, 15.2, 12, 22, 25, 35). Após Atos 13.13 o nome de Paulo aparece sete vezes antes de Barnabé e quatro vezes após o mesmo.

4 – Aprenda a esperar com paciência o tempo de Deus na sua vida

- Sirva com alegria nas pequenas coisas (1 Sm 16.14-23).
- Seja submisso ao seu líder (1 Sm 18.5a).
- Saiba tirar proveito da condição de reserva (aprenda através da observação, analise as situações, faça uma leitura das circunstâncias e dos fatos, quando lhe derem oportunidades dê a sua contribuição da melhor forma possível, depois volte para o banco e espere novamente). Ex. reserva da diaconia, do presbitério, dos ministros, do ensino, da pregação, da regência, etc.

5 - Se conduza com prudência nas tarefas lhe confiadas (1 Sm 18.5b) 

- Busque conselho com os mais experientes sempre que se deparar com situações delicadas.
- Cuidado com as inovações desprovidas de bom senso.

6- Conquiste e aumente os níveis de confiança (1 Sm 18.5c)

- Conquistar e crescer em confiança demanda tempo.
- A confiança pode ser perdida num momento.
- Reconquistar a confiança é uma tarefa mais difícil do que conquistá-la.
- Os níveis de confiança podem nunca mais serem os mesmos.

7 – Saiba perceber a aceitação ou rejeição do povo e dos demais líderes (1 Sm 18.5d)

- Antes de ser o preferido do líder, seja o escolhido de Deus.
- Você conquista o povo com trabalho, demonstração de competência, empatia e com os sinais da bênção de Deus sobre a tua vida.

8 - Aprenda a lidar com o sucesso e a popularidade (1 Sm 18.6-7)

- Você poderá se tornar mais popular do que o seu líder, mas mesmo assim ainda estará debaixo da autoridade dele.
- Quando o reconhecimento popular acontecer, não esqueça dos que contribuíram para que você chegasse onde chegou (ou chegará).

9 – Sofra as desconfianças infundadas, as crises de ciúmes, provocadas pelas ações e palavras de terceiros (1 Sm 18.8)


10 – Desenvolva a habilidade de se desviar de lanças (1 Sm 18.11; 19.10)

- Na trajetória ministerial e na jornada cristã alguns desejarão o teu sucesso, prosperidade, desenvolvimento, enquanto outros trabalharão pelo teu fracasso, queda e morte.
- Em algumas situações, a mão que se estendeu para te ajudar, será a mesma mão que se levantará contra você.
- Não queira a morte daquele que quer te matar, antes se desvie das lanças. Se for o caso, saia de cena por um tempo, fuja, se esconda (1 Sm 19.11-12). 

11 – Cuidado com os maus conselhos e as influências negativas 

- Sua postura como liderado hoje fortalecerá a sua liderança amanhã (1 Sm 24.1-7).
- Resista à tentação de fazer as coisas acontecerem do seu jeito (1 Sm 26.7-10).

12 – Administre a ansiedade e a afobação (2 Sm 2.1- 4; 5.1- 5)

13 – Continue crescendo para a glória de Deus (2 Sm 5.10)

- Invista em sua qualificação pessoal, lendo estudando, estando sempre aberto a aprender. Seja generoso, distribuindo para receber mais de Deus.

14 – Entenda que os dons, talentos, vocações e ministérios nos outorgados são para servir ao povo (Gn 12.1-3; Êx 3.7-10; 2 Sm 5.12)

15 – Seja vigilante na conduta moral, e assuma a responsabilidade diante dos seus erros (2 Sm 11; 12.1-13)

16 – Mantenha o foco na família diante da prosperidade ministerial

- Tamar é violentada por Amnom (2 Sm 13.1-21)
- Absalão passa a odiar Amnom (2 Sm 13.22)
- Absalão mata Amnom (2 Sm 13.23-38)
- A atitude de Davi para com Absalão (2 Sm 14.1, 21, 24, 28, 33)
- Absalão conspira contra Davi (2 Sm 15.1-10)

17 – Cultive amizades sinceras

- Itai (2 Sm 15.19-22): estrangeiro, pouco tempo no grupo, disposto a viver ou morrer.
- Zadoque (2 Sm 15.24-27): o amigo cuidador da arca.
- Husai (2 Sm 15.32-37): o amigo informante.

Exerça a liderança para a glória de Deus!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Assuntos para Formacao do Obreiro

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

PEDAGOGIA TRANSFORMADORA: SEGUNDA TIRAGEM JÁ DISPONÍVEL PARA VENDAS

Amados, a segunda tiragem do livro "Pedagogia Transformadora" já se encontra disponível para vendas online, e em breve em todas as lojas da CPAD.

Acesse o site www.cpad.com.br

TEOLOGIA DA PROSPERIDADE - JASIEL BOTELHO


A FIDELIDADE DOS OBREIROS DO SENHOR - SUBSÍDIO PARA LIÇÃO BÍBLICA

Tratando-se de igreja evangélica no Brasil (e mais especificamente da Assembleia de Deus), vivemos um momento bastante crítico em termos de ministério pastoral. Todos os dias centenas de pessoas, pelos mais diversos meios e formas recebem uma credencial ou uma ordenação de pastor. Qual o compromisso com Deus daqueles que ordenam e que são ordenados ao ministério pastoral? Quais são as suas reais intenções? Como podemos ser pastores aprovados por Deus? Como podemos identificar pastores sérios, íntegros e verdadeiros? Certamente, neste espaço não dá para responder todas estas questões, mas, pelo menos poderemos promover a reflexão e o debate.

O que é um pastor? Um pastor é um cuidador de ovelhas. Alguém que protege, alimenta, guia e procura de todas as maneiras possíveis o bem maior para o rebanho e para cada ovelha. Ele cuida de todas e de cada uma.

SER PASTOR NOS DIAS ATUAIS

Não deveria haver diferença entre o ser pastor nos tempos bíblicos do A.T. e N.T., com o ser pastor na atualidade. A atividade pastoral, em muitos lugares está distante do ideal bíblico. Como já escrevi, as ovelhas estão sendo trocadas pelas coisas. Mesmo que as coisas sejam para o bem das ovelhas, o contato pessoal, a visitação, o aconselhamento, a pregação e o ensino não podem ser banidos das atividades cotidianas de um pastor.

O ministério pastoral é um ministério de contato pessoal, e não de gerenciamento à distância. O perfil do pastor bíblico é o de alguém que entra no aprisco, e não que manda outro em seu lugar (Jo 10.2), as ovelhas reconhecem a sua voz (Jo 10.3), chama as ovelhas pelo nome (Jo 10.2b), as conduz com responsabilidade (Jo 10.2v), dá a vida pelas ovelhas (Jo 10.11), conhece as ovelhas, ou seja, goza de amizade e intimidade com elas e por elas é conhecido (Jo 10.14).

Com o advento da Revolução Industrial (séc. XVIII), com o modelo capitalista de economia, e com as modernas teorias de administração, alguns segmentos da igreja, inseridos neste contexto cultural, como sempre aconteceu, pois a igreja não está isenta da influência externa, adotaram o modelo "piramidal" e "departamental" de administração. Por "piramidal" entenda-se uma forte ênfase administrativa na hierarquia e um distância crescente de quem está no topo da pirâmide (pastores) dos que estão na base (membros e congregados). No meio da pirâmide ficaram os evangelistas, presbíteros, diáconos e líderes em geral.

Por "departamental" trato da criação de departamentos (como nas fábricas, lojas, comércio e indústria). Dessa forma temos o departamento infantil, juvenil, de senhores, de senhoras, de evangelização, de educação, de música etc. O modelo de igreja família e comunidade doméstica, típico do Novo Testamento, ao longo dos anos dissiparam-se. O atual modelo pode ser aproveitado? Acredito que algumas coisas sim, desde que norteadas pelos princípios bíblicos. O argumento de que a igreja cresceu, não significa necessariamente que cresceu com saúde. Não são apenas modelos que fazem a igreja crescer, antes, é o próprio Deus que faz a sua igreja crescer nas mais diferentes circunstâncias ou situações (At 2.47; 1 Co 3.6).

No sentido de chamar a atenção para o extremo desvio da função pastoral, escrevi um texto intitulado "Gestor ou Pastor?" que pode ser lido clickando AQUI.

Além de todas as questões já citadas, ainda temos a política eclesiástica, que acaba afastando alguns pastores de sua cidade, Estado ou região. Alguns, em períodos de eleições convencionais privam a igreja de sua presença partindo em busca de apoio e votos para cargos que não mais produzem o que já produziram (alguns não produzem nada). Tempo e dinheiro são na atualidade gastos em vão. 

Outro fenômeno que resulta da política eclesiástica atual é a ordenação do que defino como “pastor miojo”, ou seja, são obreiros (eleitores) formados “instantaneamente”, apenas com o propósito de votar durantes as assembleias convencionais naqueles que os ordenaram (seus "padrinhos" ministeriais).

Entendo que uma análise séria e profunda da situação poderia mudar o quadro, para que o ministério pastoral retomasse o seu real propósito:

"Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas." (Atos 6.2).

Apenas pastores ministerialmente saudáveis poderão conduzir de maneira saudável o rebanho do Senhor:

"Tenho, porém contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas". (Ap 2.4-5)

OS FALSOS PASTORES 

Para agravar a situação, além de pastores que não cumprem o seu ministério como deveriam, temos os falsos pastores que fingem cumprir e ter um ministério "autêntico". Falo dos pilantras, dos vigaristas, dos mercenários e bandidos de plantão e em ação.

Sem delongas, segue abaixo algumas características dos falsos pastores:

- São apascentadores de si mesmos, ou seja, ministram em causa própria (Ez 34.2);

- São exploradores das ovelhas. Vivem no luxo absurdo e exagerado à custa dos dízimos e das ofertas dos simples "fiéis. Confundem sustentação com ostentação. (Ez 34.3);

- São duros, implacáveis e descompromissados com o cuidado e a saúde integral das ovelhas (Ez 34.4-6);

OS PASTORES E A FORMAÇÃO DAS NOVAS LIDERANÇAS

Cooperar na formação de novos líderes e pastores faz parte da atividade ministerial. Infelizmente há aqueles que além de não trabalharem neste sentido, adoecem e morrem com o cajado na mão. Que os honrados pastores possam discernir e perceber o tempo de passar adiante o cuidado do rebanho. Saber sair é tão importante quanto saber chegar.

Formar novos líderes e obreiros não é algo apenas feito com cursos e discursos, é preciso ser exemplo (1 Co 11.1; Fp 4.9; 1 Tm 4.12).

Para os jovens obreiros, sugiro a leitura do texto publicado no link abaixo, também escrito em meu livro “Uma Liderança com Saúde”, que expressa um pouco do meu desejo, ao mesmo tempo em que alerto para algumas realidades vivenciadas no contexto atual do ministério pastoral:



Sugiro ainda que assistam o vídeo abaixo:


Que na condição de pastores sejamos fiéis ao nosso chamado. Dessa maneira seremos fiéis àquele que nos chamou, Jesus, o Supremo Pastor (1 Pe 5.1-4).

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

INTEGRIDADE DE CARÁTER


Integridade de caráter não é apenas uma questão  de agir corretamente, mas de assumir a responsabilidade quando se comete o erro.

CONTRA A "BABOSEIRA" DA VITÓRIA FINANCEIRA

"Milhares caem diante das táticas dos mestres da Fé porque não submetem tudo ao exame da Palavra de Deus" (Hank Hanegraaff)

Lembra daquela baboseira (conversa mentirosa, sem proveito) sobre "Vitória Financeira"? Daquele esquema todo sobre semear e colher dinheiro? Pois bem, quero indicar uma excelente obra que trata com seriedade e equilíbrio a questão, que é "Cristianismo em Crise", de Hank Hanegraaff, publicado pela CPAD.

Nesta obra, as ideias heréticas de William Kenyon, Kenneth Hagin, Kenneth Copeland, Benny Hinn, Frederick Price, John Avanzini, Robert Tilton, Marilyn Hickey, Charles Capps, Jerry Savelle, Morris Cerullo e Paul Crouch são refutadas com grande embasamento bíblico.

E por falar na baboseira doutrinária da "Vitória Financeira", ela ainda continua? Parece-me que saiu de moda, ou estou enganado?