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terça-feira, 16 de julho de 2013

Portal da Padom - Noticias

Publicado : seg, jul 15th, 2013
Brasil / Igreja | por padom

Dilma Se Encontra Com Evangélicas E Ora Pelo ‘Momento Delicado’ Do Brasil

dilma-evangélicas
A presidente Dilma Rousseff, a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e o ministro Marcelo Crivella (Pesca) recebem cantoras evangélicas
A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta segunda-feira (15) um grupo de 16 líderes evangélicas e, segundo presentes na reunião, orou junto com as religiosas pelo “momento delicado” pelo qual o país passa.
A audiência faz parte da estratégia do governo para dar uma resposta às manifestações que tomam conta das ruas em vários Estados.
Há pouco mais de 15 dias, pelo Twitter, o deputado Pastor Marco Feliciano mandou uma mensagem para o pastor Silas Malafaia sobre uma reunião da presidente com ativistas LGBT. “Somos ou não somos invisíveis?”, questionou. Ainda pela rede social Malafaia subiu o tom da reclamação e disse que Dilma tem recebido até “vadias”, mas esqueceu dos evangélicos.
 Estavam presentes na reunião a cantora gospel Damares Oliveira e outras líderes evangélicas conhecidas, como a bispa Sônia Hernandes, da Igreja Renascer, e a cantora Mara Maravilha. Mara relatou ter cantado para a presidente, entre várias orações, a música “Sabor de mel”, do álbum “Apocalipse”.”Foi um convite da presidenta Dilma à bispa Sônia Hernandes, muito respeitada e conceituada no nosso Brasil, e aí ela convidou algumas mulheres que têm feito a diferença, que têm feito um trabalho por esse Brasil, que tem um reconhecimento das pessoas”, disse Damares após o encontro. “Foi uma festa bonita ali dentro. Ela nos recebeu com muita humildade, simplicidade, carinho. Ela se emocionou algumas vezes, a gente chorou juntas. Foi muito positivo”, disse.
“Deus está restaurando a saúde dela, porque é um momento de muita pressão. O Brasil está vivendo um momento muito delicado, e nós viemos aqui representando a igreja evangélica no Brasil e apoiando ela no que ela precisar. A gente não veio pedir nada. A gente veio apoiar, nesse momento de tantas manifestações, porque a gente sabe que é uma carga muito pesada o que ela está levando”, explica a cantora.
Segundo o ministro Marcelo Crivella (Pesca e Aquicultura), também presente na reunião, Dilma atendeu a um pedido de audiência feito pelas próprias líderes. Questionado se compareceu à reunião como pastor, e não como ministro, disse que discutiu uma agenda sobre Plano Safra com Dilma.
“Mas vim também como um articulador da presidenta Dilma junto ao público com o qual eu convivo desde que tinha seis anos de idade, que é o público evangélico. Não foi a presidenta que pediu, foram as minhas amigas. Eu também sou cantor gospel. Foram elas que manifestaram a vontade de encontrar a presidenta, orar por ela, fazer um encontro de solidariedade feminina”, disse o ministro.
Ainda sobre os protestos que aconteceram pelo país Damares acrescentou: “Estamos orando para que realmente haja mudança, para que realmente haja um novo tempo, que aquilo que está errado seja consertado, que realmente não exista mensalões, roubalheira e tantas outras coisas que estão faltando ser colocadas nos eixos. Viemos prestar nosso apoio neste momento em que o Brasil está atravessando, para que haja mudanças e que sejam colocados os pingos nos ‘is’”.
MINISTÉRIO
Em meio a especulações no governo sobre redução de ministérios, o ministro descartou que seria rifado de sua pasta numa eventual reintegração com o Ministério da Agricultura.
“A presidenta Dilma em nenhum momento, de todos esses momentos difíceis que temos passado em nosso governo, ela deixou passar de que isso ocorreria. Mas o potencial do Brasil é tão grande para produção de peixe, que nós brasileiros não deveríamos abrir mão de ter um ministério exclusivamente para que o Brasil esteja à altura dos grandes recursos naturais que Deus lhe deu”, disse.

sábado, 13 de abril de 2013

Pr José Wellington Bezerra da Costa Reeleito Presidente da CGADB


CHEGOU A HORA - MAIS UMA VEZ
Presidente:
1) SAMUEL CÂMARA (PA) – 7.407
2) JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA (SP) – 9.003
Resultado Parcial:
1º Vice-Presidente (Região Sul)
1) UBIRATAN BATISTA JOB (RS) – 8077
2) IVAL TEODORO DA SILVA (PR) – 7558
2º Vice-Presidente (Região Centro-Oeste):
1) SEBASTIÃO RODRIGUES DE SOUZA (MT) – 7831
2) SÓSTENES APOLOS DA SILVA (DF) – 7268
3º Vice-Presidente (Região Norte):
1) GILBERTO MARQUES DE SOUZA (PA) – 5963
3) JONATAS CÂMARA (AM) – 5656
4º Vice-Presidente (Região Nordeste):
1) JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS (AL) –  6812
2) PEDRO ALDI DAMASCENO (MA) – 6086
5º Vice-Presidente (Região Sudeste):
1) TEMOTEO RAMOS DE OLIVEIRA (RJ) – 5993
2) ELYEO PEREIRA (RJ) – 5254
1º Secretário (Região Sul):
1) PERCI FONTOURA – 4496
2) NILTON DOS SANTOS – 4321
2º Secretário (Região Centro-Oeste):
1) ANTONIO DIONIZIO DA SILVA – 4369
2) LUCAS ARAÚJO DE SOUZA – 3804
3º Secretário (Região Norte):
1) PEDRO ABREU DE LIMA – 3761
2) OTON MIRANDA DE ALENCAR – 3363
4º Secretário (Região Nordeste):
1) MANOEL MONTEIRO – 3453
3) ROBERTO JOSÉ DOS SANTOS – 3712
5º Secretário (Região Sudeste):
1) ISAIAS LEMOS COIMBRA – 2997
2) JONAS FRANCISCO DE PAULA – 3312
1º Tesoureiro (Região Sudeste):
1) JOSIAS DE ALMEIDA SILVA – 1608
2) IVAN PEREIRA BASTOS – 2037
3) REGINALDO CARDOSO DOS SANTOS – 399
2º Tesoureiro (Região Sudeste):
1) NEHEMIAS GASPAR DE ARAÚJO – 1440
3) ALVARO ALEN SANCHES – 1779
Conselho Fiscal:
1ª Região (Região Sul):
1) JOSÉ POLINI – 1384
2) JERÔNIMO DOS SANTOS – 1998
2ª Região (Centro-Oeste):
1) RINALDO ALVES DOS SANTOS – 1423
2) GEOVANI NERES LEANDRO DA CRUZ – 1845
3ª Região (Norte):
1) JOEL HOLDER – 970
2) JEDIEL LIMA – 1713
3) ISAMAR PESSOA RAMALHO – 495
4ª Região (Região Nordeste):
1) ISRAEL ALVES FERREIRA – 1448
2) ANTONIO JOSÉ DIAS RIBEIRO – 1774
5ª Região (Região Sudeste):
1) EDSON EUGÊNIO VICENTE – 1292
2) LUIZ CEZAR MARIANO SILVA – 1596
3) SAMUEL RODRIGUES – 501
Fonte:www.searanews.com.br

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Brasileira Deixa Google e Microsoft para Fundar a Própria Empresa de Software

A MENINA DO VALE

Brasileiros nos Estados Unidos 


Isabel “Bel” Pesce Mattos


Posted: 01 Jan 2013 03:06 AM PST
Isabel Mattos mora no Vale do Silício, centro mundial das empresas de tecnologia.
A brasileira Isabel Pesce Mattos fez o que muitos considerariam loucura no dias de hoje. Ela trocou
um emprego na gigante do software Microsoft e Google para se aventurar na sua própria empresa
no famoso Vale do Silício, na Califórnia.
A jovem, de apenas 23, estudou em uma das universidade de tecnologia mais famosas do mundo,
O MIT, em Massachusetts, estagiou no Google e trabalhou na Microsoft antes de abrir a Lemom,
uma empresa que produz um aplicativo de controle financeiro pessoal. A start up, como são
conhecidas as novas empresas de tecnologia, já recebeu cerca de $10 milhões em financiamento.
Mas a história de Isabel não é uma história de sorte ou de uma pessoa nascida em uma família
 brasileira abastada. Sua trajetória é um exemplo de determinação contra todas as probabilidades.
Diferentemente de muitos dos seus colegas de universidade, Isabel não foi criada para estudar em
uma das melhores faculdades dos Estados Unidos.
Aos 18 anos, ela se preparava para tentar vestibular no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica,
em São José dos Campos) quando tomou conhecimento do MIT. Sem conhecer nada sobre estudar fora,
ela resolveu arriscar e tentar o processo seletivo. “Fiquei interessada e participei de seis etapas de
qualificação – que inclui informações pessoais, coleta de recomendação de ex-professores, redações
em inglês e entrevista com um ex-aluno do próprio MIT. Não é um processo complicado,
mas é desconhecido pelos brasileiros”, diz ela.
De lá, Isabel saiu com quatro diplomas nas mãos; ciências da computação, matemática, economia e
administração. Sem ter conseguido uma bolsa de estudos devido ao seu excelente currículo acadêmico, ela nunca poderia pagar as altas mensalidades da faculdade.
Isabel realizou um mestrado profissional no Google e trabalhou em dois projetos da Microsoft.
De quebra, foi à mansão de Bill Gates e conversou com o papa do software.
A experiência livrou Isabel das angústias típicas de um recém-formado. Ao invés de procurar emprego,
preferiu aventurar-se no negócio próprio. Abriu em pleno Vale do Silício, o pulmão californiano da tecnologia mundial, a startup Lemon. O primeiro serviço, um aplicativo para controle de gastos pessoais, dá sinais de que a empresa vai prosperar: em menos de um mês, o programa registrou 400.000 downloads.
Na Google, Isabel trabalhou no desenvolvimento e aprimoramento do Google Translate durante o
programa de mestrado no qual o MIT mantém uma parceria com a Google.
De lá ela foi parar na Microsoft, onde participou da construção de agregadores de RSS, além de fazer
parte de uma startup interna que promoveu a criação de um serviço com uma webcam que identifica
gestos. “Um dos momentos mais inesquecíveis na empresa foi o dia em que fui convidada – com outros
estagiários – para visitar a casa de Bill Gates. Acabei conhecendo a família dele, mas infelizmente não
pude registrar nenhum momento do encontro: câmeras e celulares foram confiscados antes”, lamenta ela.
Com a experiência adquirida, e uma proposta de fazer parte de sua própria empresa, Isabel disse que
descobriu que queria mesmo era ser empreendedora e seguir o próprio caminho. “Acredito que seja o
momento ideal para aprender com produtos que estão em fase embrionária. Já temos 18 empregados
e a ideia é expandir cada vez mais. Basicamente, oferecemos nos dispositivos móveis e na web um
aplicativo gratuito que oferece auxílio na organização dos gastos pessoas, digitalizando toda informação.
Em menos de 30 dias, o serviço já está em uso por 400.000 pessoas”, diz.
Reproduzido com permissão e em parceria com a Comunidade News.

Sobre a Bel Pesce


Eu sou uma empreendedora brasileira apaixonada por negócios e tecnologia. No momento, eu moro
no Vale do Silício e trabalho na startup Lemon, um aplicativo que ajuda você a criar uma réplica digital
da sua carteira. Eu adoro aprender e, mais ainda, compartilhar aprendizados. Em Maio de 2012, lancei
um livro sobre como o empreendedorismo pode mudar a sua vida e mais recentemente comecei
o Caderninho da Bel, um canal aonde divido aprendizados diários. Eu tenho muitos, muitos sonhos,
e acredito que podemos alcançar qualquer coisa se nos dedicarmos de cabeça e coração. Leia mais.    


Isabel Mattos, 23, uma empreendedora brasileira no Vale do Silício


Isabel Pesce Mattos é mais um talento brasileiro lapidado nos Estados Unidos. Aos 23 anos, a paulistana tem um currículo ostentoso: graduou-se em ciências da computação, matemática, economia e administração no Massachusetts Institute of Technology (MIT), por onde passaram mentes brilhantes como o britânico Tim Berners-Lee, o “pai da internet”, realizou um mestrado profissional no Google e trabalhou em dois projetos da Microsoft. De quebra, foi à mansão de Bill Gates e conversou com o papa do software.
A experiência livrou Isabel das angústias típicas de um recém-formado. Ao invés de procurar emprego, preferiu aventurar-se no negócio próprio. Abriu em pleno Vale do Silício, o pulmão californiano da tecnologia mundial, a startup Lemon. O primeiro serviço, um aplicativo para controle de gastos pessoais, dá sinais de que a empresa vai prosperar: em menos de um mês, o programa registrou 400.000 downloads. De São Francisco, na Califórnia, Isabel conversou por telefone com a reportagem de VEJA, para explicar os planos como empreendedora e também comentar o atual cenário do universo de tecnologia.
Como você chegou ao MIT? Em 2006, quando me preparava para os processos seletivos e vestibulares, tinha o objetivo de estudar no ITA [Instituto Tecnológido de Aeronáutica, em São José dos Campos]. Antes de ingressar, quis conhecer a história do instituto e acabei descobrindo que o fundador do ITA fez parte do famoso MIT. Na época, não conhecia a possibilidade de estudar no exterior, mas sabia que o MIT já era considerado um dos melhores do mundo. Fiquei interessada e participei de seis etapas de qualificação – que inclui informações pessoais, coleta de recomendação de ex-professores, redações em inglês e entrevista com um ex-aluno do próprio MIT. Não é um processo complicado, mas é desconhecido pelos brasileiros. Em quatro anos, acabei me aventurando em outras carreiras e consegui me formar em ciências da computação, matemática, economia e administração. Saí do MIT com quatro diplomas.
Que papel você que desempenhou no Google? Ingressei no Google em 2009 durante o programa de mestrado profissional, que inclui uma parceria entre a empresa e o MIT. Na sede da companhia, em Mountain View, trabalhei na área de desenvolvimento para aprimorar o serviço de tradução do Google, conhecido como Translate. Não concluí o curso para tocar outros projetos em uma empresa menor, mas posso terminá-lo em outra ocasião.
E na Microsoft, em qual área trabalhou? Participei da construção de agregadores de RSS, além de fazer parte de uma startup interna que promoveu a criação de um serviço com uma webcam que identifica gestos. Um dos momentos mais inesquecíveis na empresa foi o dia em que fui convidada – com outros estagiários – para visitar a casa de Bill Gates. Acabei conhecendo a família dele, mas infelizmente não pude registrar nenhum momento do encontro: câmeras e celulares foram confiscados antes.

Hoje, você dedica parte de seu tempo a Lemon (acima, imagem do site da empresa). Por que largou gigantes do setor para se dedicar à própria empresa? Com a experiência que adquiri no MIT, descobri que empreender, por ora, é o meu caminho. Acredito que seja o momento ideal para aprender com produtos que estão em fase embrionária. Já temos 18 empregados e a ideia é expandir cada vez mais. Basicamente, oferecemos nos dispositivos móveis e na web um aplicativo gratuito que oferece auxílio na organização dos gastos pessoas, digitalizando toda informação. Em menos de 30 dias, o serviço já está em uso por 400.000 pessoas.
Olhando para os grandes atores de tecnologia: pode-se dizer que o Facebook desempenha papel tão importante como o Google o fez anos atrás? O Facebook é a empresa da vez, vem demonstrando um crescimento incomparável. É a companhia que mais empolga jovens americanos atualmente.
Recentemente, Mark Zuckerberg disse que criaria uma sede do Facebook em Boston, longe, portanto, do Vale do Silício. Na sua opinião, é imprescindível estar no Vale? Tenho absoluta convicção de que o Facebook não seria essa potência se tivesse sido criado em Boston. O Vale do Silício tem um passado que merece respeito, maior disponibilidade de capital e, é claro, uma cultura que respira tecnologia.
Atualmente, a maior briga no mundo da tecnologia é mesmo entre Facebook e Google? Sim. Mas ainda acredito que Apple, Amazon e Dropbox são gigantes que buscam desbravar novos terrenos. Todos, sem exceção, dividem seus esforços entre vários produtos.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Creio - Noticias

IGREJA NÃO FAZ POLÍTICA PARTIDÁRIA
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Então [Jesus] lhes respondeu: 
'Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância, a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens'. Lucas 12.15 >> Leia mais
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Creio: Vida e Conteúdo
 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Brasil debate a religião na escola pública

Obrigação ou problema? Brasil debate a religião na escola pública


06 de abril de 2012 • 10h05

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Comentar A constitucionalidade da prática do ensino religioso em escolas públicas será analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em breve. Fora dos tribunais, partidários defendem pontos de vistas opostos enquanto aguardam pela decisão da Justiça. De um lado, estão os que vêem na disciplina uma porta para ensinamentos sobre respeito a amor ao próximo. De outro, aqueles que enxergam a matéria como uma oportunidade para imposição de valores apenas de determinados grupos.

Para Roseli Fischmann, por exemplo, "as escolas públicas devem servir a todo cidadão e contribuir para formar um princípio de cidadania que não beneficie nenhum grupo em particular". Professora da pós-graduação em Educação da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do programa de pós-graduação em Educação da Universidade Metodista de São Paulo, ela questiona a constitucionalidade do ensino religioso, o que considera "uma prática muito grave".

Na outra ponta da corda está o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), autor de projeto de lei que propõe a matéria como obrigatória, mas que prevê a preservação do caráter facultativo da matrícula pelo aluno. A proposta está tramitando na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados e obteve voto favorável do relator, o deputado Pedro Uczai (PT-SC).

"Embora nosso País seja laico, quer dizer, não tenha uma religião oficial, a constituição foi promulgada em nome de Deus. Ou seja, o País não tem uma religião oficial, mas não é um País ateu. Acredita-se em uma força superior cujo nome é Deus. Então, é possível darmos a nossos filhos pelo menos o pontapé inicial para que a alma deles se desenvolva com os grandes ensinamentos: respeitar pai e mãe, não cobiçar a mulher do próximo, não roubar, não matar", defende Feliciano.

Feliciano considera, contudo, que seu projeto não incentiva a doutrinação. Para ele, trabalhar com a conversão dentro de uma escola seria inconstitucional. Porém, o pastor indica a importância de transmitir ensinamentos como a fé e a existência de um criador. "Se o ensino religioso continuar facultativo, vai seguir insosso e insípido como é hoje. Existe preconceito dos professores e dos alunos", argumenta. O impacto da oferta do ensino nas escolas públicas também poderia ser detectado na redução da violência, prevê o deputado.

O caráter facultativo que está previsto na Constituição, na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da Educação e, também, no acordo entre o governo brasileiro e a Santa Sé - legislações que regulamentam o ensino religioso no País - é questionado pela professora Roseli, principalmente porque a disciplina compõe o currículo do ensino fundamental, que agrega crianças entre 6 e 14 anos.

"Elas são vulneráveis, nem têm como se defender ou como debater seu ponto de vista", salienta. No estado de São Paulo, por exemplo, as aulas de ensino religioso do 1º ao 5º ano do ensino fundamental nas escolas públicas são ministradas de forma transversal, ou seja, o conteúdo é distribuído nas demais disciplinas. Esse método impede que as famílias façam valer o direito de quererem ou não que os seus filhos se matriculem na disciplina. "O professor não vai falar 'agora é religião, quem não quer ouvir saia'. Mesmo que diga, os alunos podem sofrer discriminação dos colegas, até algum tipo de cobrança", opina a professora.

Oração antes da aula

No Colégio Estadual Santa Cândida, em Curitiba, no Paraná, o ensino religioso faz parte da grade de disciplinas para os alunos do 6º e do 7º ano do ensino fundamental. A secretária-geral e pedagoga da escola, irmã Regina Mika, garante que a escola não privilegia uma única religião, mas procura oferecer conhecimento sobre diversos tipos de crença. Segundo ela, apesar de ser uma disciplina facultativa, todos os alunos participam, sem qualquer registro de reclamação dos pais. A pedagoga conta que, antes do início de cada turno de aula, é feita uma oração "pedindo a benção de Deus para o dia de trabalho", que é transmitida a todas as turmas por meio da rádio do colégio. "Mas é mais como uma mensagem", ressalva.

Existem escolas que defendem a existência de ensino religioso, mas oferecido como alternativa à transmissão de valores éticos, ou ainda trabalhando a história das religiões em sala de aula. É o que ocorre em algumas escolas particulares, como o Colégio ICJ, em Belo Horizonte (MG). No currículo, é oferecida a disciplina de Formação Humana. O ensino é "independente de qualquer religião", explica a professora Durce Alves, que cita sexualidade, atualidades e voluntariado como alguns dos temas desenvolvidos em aula.

A professora Roseli Fischmann encara a opção com ressalvas. Para ela, o ensino da história também apresenta diferenças, e seria necessário avaliar se o conteúdo está sendo transmitido de forma adequada. "É muito fácil que o estudo da história das religiões se transforme em uma doutrinação e numa comparação imprópria", justifica. O ensino inter-religioso pode gerar conflitos entre o que é trabalhado no ambiente escolar e o que os pais pretendem transmitir ao filho sobre religiosidade. "Mesmo que a escola faça uma escolha por interconfessionalidade, uma composição dessas religiões, quem garante que isso é do interesse da fé dos pais? Quem garante que isso não vai gerar discriminação?", indaga.

O papel do professor

A crença do professor é outra questão levantada pela professora Roseli Fischmann. Afinal, falar sobre diversas religiões e propor atividades nesse sentido em sala de aula pode violar o direito do educador de ter sua própria fé, entende Roseli. Ela reforça que a crença pertence ao foro íntimo, à consciência de cada um. "Ninguém pode ser obrigado a falar alguma coisa diferente daquilo que crê", diz.


Por outro lado, essa fé também poderia condicionar a visão e o discurso do professor que se propõe a conduzir uma aula de ensino religioso. Para o deputado, o tema seria solucionado com a capacitação de pessoal. Em um dos pareceres da Comissão de Educação e Justiça da Câmara dos Deputados, o relator Pedro Uczai inseriu no PL 309/11 um parágrafo que prevê a criação, pelo Ministério da Educação (MEC), de diretrizes curriculares nacionais para o curso de Licenciatura Plena em Ensino Religioso, único que estaria credenciado para habilitar professores dessa disciplina, desconsiderando Teologia, Filosofia e outras áreas de conhecimento das humanas.

Para a professora Roseli Fischmann, a crença religiosa não é incompatível com uma educação autônoma em relação a valores e ética. Mas ela ressalta: "Não é dizer 'não faz isso porque Deus não gosta'. A criança deve ser educada para ter consciência e ser responsável por seus atos".

O tema deve ser analisado pelo STF a partir de uma ação movida por cinco organizações educacionais e de direitos humanos em março deste ano, que exige que seja assegurado o ensino religioso não confessional (sem vinculação com igreja ou religião específica). Um dos pontos contestados é a classificação do ensino como "parte integrante da formação básica do cidadão" (art. 33 da Lei de Diretrizes Básicas).

domingo, 11 de março de 2012

Brasileiros nos Estados Unidos


Posted: 08 Mar 2012 03:25 AM PST

Fonte:  Comunidade News
Leriandre já tocava com frequência as músicas da cantora falecida.
Ele não era para estar em New Jersey neste dia. Mas por uma daquelas coincidências que somente o destino explica, o saxofonista fluminense Leriandre Feijo da Silva, 34, visitava um amigo em Manhattan no dia em que o funeral da cantora Whitney Houton, morta dia 11 de fevereiro, acontecia na vizinha Newark, New Jersey.
Era a oportunidade que ele esperava para fazer uma homenagem a cantora, que considera a maior de todos os tempos e que toca a maioria de suas músicas no saxofone. Mas nada foi planejado, diz ele. “Eu estava lá apenas para acompanhar o funeral no lado de fora, mas eu sempre carrego o meu saxofone dentro do carro”, diz ele.
Silva se deparou com uma mulher vendendo camisetas em homenagem à cantora. “Eu perguntei a ela se poderia tocar meu sax lá e ela disse que sim. Toda imprensa estava perto. Quando eu comecei a tocar, os repórteres vieram até onde eu estava para registrar o momento”, diz ele orgulhoso. O músico tocou por mais de uma hora sem parar os principais sucessos da cantora norte-americana.
A repercussão foi imediata. Redes como CNN e jornais por todo o país mostraram o brasileiro fazendo sua homenagem enquanto uma aglomerado de pessoas assistia e batia palmas. “Virei um fenômeno na internet”, exagera Silva.
Silva diz que esta não era a forma que desejava tocar para a cantora. “Eu queria mesmo era ter tocado no palco junto com ela, convidado por ela. Como ela não me convidou, eu tive que ir prestar essa homenagem”, brinca ele.
Morando em Boston, MA há apenas três meses, Silva diz que veio apenas para aprender inglês e tocar nas igrejas evangélicas, da qual faz parte. Membro da Assembléia de Deus do Rio de Janeiro e formado em análise de petróleo e gás, Silva já tem dois CD’s lançados e uma carreira que lhe proporcionou apresentações em redes de TV, como no programa de Mara Maravilha da Record.
A música de Whitney Houton faz parte de sua vida. “Eu adoro ela. Sempre toco as suas músicas em casamentos e outros eventos”, diz ele que afirma ter ficado com o coração partido quando soube de sua morte inesperada. “Foi uma tristeza terrível”.
Início precoce 
O saxofone faz parte da vida de Silva desde os seus 11 anos. Foi na pequena Engenheiro Paulo Frontim, interior do Rio de Janeiro, que ele começou a aprender música. “Eu queria aprender a tocar trombone, mas tinha um aluno que já tocava e não havia outro. Restou eu aprender o que estava disponível que era um saxofone”, relembra ele que diz ter-se apaixonado pela música ainda aos 5 anos.
Missão evangélica
Para Silva, tocar saxofone vai além do prazer e da profissão, é para ele uma forma de levar a mensagem de Deus para as pessoas. “Eu tenho uma visão ministerial. Quero levar a palavra de Deus ao redor do mundo”, diz ele acrescentando que já tem planos para ir tocar em igrejas na Europa.
Mesmo tendo trabalhado para a Petrobras como analista de petróleo e gás, Silva diz que a vida ministerial falou mais alto do que a profissão. “O chamado que Deus tem comigo está acima de tudo”, diz.

Reproduzido com permissão e em parceria com a Comunidade News.

domingo, 26 de outubro de 2008

UMA RECEITA PARA A CRISE

“O QUE FAZER DIANTE DA CRISE ?”. Sl 131.

Introdução:
Talvez a palavra que melhor descreve os nossos dias é “Crise”.
Davi no Sl 131 apresenta uma receita eficaz para as situações de Crise.
Crises:
1- Sociais – Desemprego, Criminalidade.
2- Morais – Imoralidade, Corrupção.
3- Econômicas – Dinheiro.
4- Espirituais – Paz, Desespero, Angustia, Decepção, Amargura.

Como enfrentar a Crise? O que fazer diante da Crise.

1 - Não perca a Coragem.

Não Temas, não tenha receio; Sê corajoso e forte. Enfrente a Crise, sem medo. Sl 23.

2 - Reconheça a Grandeza de Deus.

Deus é Grande. Dominador, Soberano. Tudo está sob o seu controle. Ele é Senhor.
Senhor da Situação. Circunstâncias. Senhor da Crise.
Maior, bem maior que a sua Crise.

3 - Evite o orgulho e a Altivez. V 1

3.1 Não seja orgulhoso. A Humildade é a virtude pela qual reconhece o defeito e conta com a ajuda de Deus. Inquietude, nos torna insatisfeitos com que temos e preocupados com o que todos os outros estão fazendo.
3.2 O nosso século é das coisas grandes.
Grandes fortunas, grandes feitos, grandes descobertos, grandes conquistas. Recordes.
3.3 Mas, o que é grande para o mundo constitui-se desprezível aos olhos de Deus. Mc 8.36; I Jo 2.15-17; Jr 45.5.
3.4 Os 4 familiares da Soberba – Sl 19.13
- Egocêntrico – o eu como centro de Todo interesse.
- Egoísmo – amor excessivo ao bem próprio, descobri.
- Egolatria – adoração de si mesmo, direção pelos alheios.
- Egotismo – sentimento excessivo da própria personalidade.
Lembre-se:
1o. Simplicidade.
2o. Não me deixes esquecer da minha origem humilde, das minhas fraquezas, carências, limitações, ignorância, e de que sou homem, pecador, mortal, barro, pó.

4 - Mantenha-se Calmo (Tranqüilo, sereno). V.2.
Nada de ansiedade, I Pe 5.

4.1 Aquieta-se, ó alma! Calma.
4.2 Davi sossegou como uma criança se aquieta nos braços da sua mãe.
4.3 Nossa Tendência é a inquietação, Tensão, nervosismo, e ansiedade (chegamos a ficar até neuróticos).
4.4 Jesus é Paz, Bonança e Esperança Mc 4.39; 5.36; Jo 14.27.
O Garoto
“ Em alto mar, numa hora de pânico, um Garoto Tranqüilo no seu camarote, dizia: Eu sei que Tudo sairá, bem, quem está no comando deste navio é meu pai.”

5 - A Crise vai passar. (mariscos)

5.1 As tormentas, ciclones, furacões são rápida duram poucos minutos;
+ ou – 10’.
5.2 o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manha… Sl.

6 – Deus é Senhor das Crises e Circunstancias.

6.1 não vem nenhuma crise que você não possa suportar.
6.2 Conte com assistência e ajuda de Deus.
6.3 Ele Tudo vê. Tudo conhece.
6.4 Supere a Crise. Vença.
6.5 Difícil não é administrar as coisas quando Tudo esta bem. Mas, a crise.

7 - Esperem em Deus (nada de Desespero)

7.1 A esperança em Deus é a nota mais alta que o salmista encontra para
encerrar este belo salmo;
7.2 A esperança é o animo e a ancora do crente, Sl 12.1; Hb 6.18-19.
7.3Muitos perderam a esperança e esperam no pior.7.4 Mas, o crente ter colocado em Deus a sua esperança. II Tm 1.12.

Conclusão:

Nos momentos e Tempos de Crise, Conflitos, Tensões, desespero, preocupações e ansiedades. O texto nos convida a confiar inteiramente em Deus.