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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Islamismo

A LEI DO HORROR


Islâmicos xiitas autoflagelando-se em homenagem ao ´imame´ Hussein. Esta dantesca manifestação de fé é um ato valorizado em vários países islâmicos. Hussein era neto de Maomé e foi assassinado em 680 d. C. Os xiitas consideram ´infiéis´ os islâmicos que se recusam a participar de tal manifestação de devoção. 


Por Norbert Lieth
 
Adaptado por Artur Eduardo
Onde a sharia, a lei islâmica, é estabelecida, toda a liberdade é cruelmente sufocada. Extremistas islâmicos fazem de tudo para conquistar o mundo e para implantar a sharia como legislação suprema.

Perseguição a cristãos na Nigéria

Persiste a expulsão de cristãos de regiões majoritariamente islâmicas. Os muçulmanos querem introduzir a sharia em toda a Nigéria. Segue o relato do jovem Nsikak Apkaidiok:
"Tornei-me cristão quando estava na universidade. Ao retornar para casa compartilhei com minha família as experiências que tive com o Senhor. Meu pai ficou furioso pois não queria saber do cristianismo. Ele amarrou minhas mãos nas costas e não me dava comida. Mas eu fiquei firme! Quando minha situação piorou, fui levado ao hospital. Mas era tarde demais: minhas duas mãos tiveram de ser amputadas".
Como esse novo convertido, milhares de outros cristãos têm sido vítimas das piores barbáries.
Limpeza sistemática

O que é a sharia?

A doutrina dos direitos e deveres religiosos do islã. Abrange as obrigações cultuais (orações, jejuns, esmolas, peregrinações), as normas éticas, bem como os preceitos fundamentais para todas as áreas da vida (matrimônio, herança, propriedade e bens, economia e segurança interna e externa da sociedade). Originou-se entre os séculos VII e X d.C. a partir dos trabalhos de sistematização realizados por eruditos e legisladores islâmicos e baseia-se no Corão, suplementado pela Suna, a descrição dos atos normativos do profeta Maomé.
Com seus ataques planejados, os muçulmanos tentam forçar a emigração dos cristãos, especialmente das províncias multireligiosas do centro da Nigéria (como Adamara, Plateau State e Taraba). No final de fevereiro de 2003, muçulmanos armados atacaram cristãos em Adamara, matando pelo menos 100 pessoas. Mais de 500 ficaram gravemente feridas, cerca de 130 casas e algumas igrejas foram queimadas e mais de 21.000 habitantes foram expulsos da região. Entre setembro de 2001 e abril de 2003 foram mortas mais de 6.000 pessoas e 500.000 foram expulsas de Plateau State. Dentre os diversos grupos étnicos da Nigéria, o povo Tiv, predominantemente cristão, que ocupava o Centro e o Sul do país, foi enxotado pelos povos muçulmanos dos Hausa, Fulani e Jukun e milhares de pessoas foram assassinadas. Ataques desse tipo são organizados e perpetrados constantemente por grupos islâmicos fortemente armados vindos de países vizinhos como Chade, Níger e Mali.

Implantação da sharia

Nas províncias ‘limpas de cristãos’ e agora majoritariamente islâmicas o passo seguinte é a implantação da sharia. Hoje, doze das 36 províncias da Nigéria já a têm como legislação suprema. Com mais seis províncias islamizadas a Nigéria seria majoritariamente muçulmana! As ‘províncias da sharia’ teriam, assim, a possibilidade de impor a lei islâmica ao país inteiro. Mesmo que os líderes muçulmanos declarem sempre que a sharia só é aplicada a muçulmanos, a realidade nas doze ‘províncias da sharia’ fala uma linguagem bem diferente.

Sharia para cristãos

Nas províncias administradas segundo os preceitos da sharia islâmica, quase não são mais construídas novas igrejas, pois elas certamente estariam muito próximas de alguma mesquita. Casamentos entre cristãos e muçulmanos são permitidos apenas quando o noivo é muçulmano; os filhos são considerados muçulmanos e devem ser educados como tais. Conversões de muçulmanos ao cristianismo continuam proibidas. Como acontece no Paquistão, os cristãos podem ser sumariamente acusados de ‘blasfêmia’ contra o profeta Maomé ou contra o islã. Cristãos devem estar sempre sob as ordens de patrões muçulmanos. Além disso, é comum que moradores de aldeias muçulmanas apliquem a lei islâmica sem interferência das autoridades: segundo declarações de organizações de direitos humanos confiáveis, muitas vezes as mãos e os pés de ladrões sãos cortados ou os consumidores de álcool são açoitados sem qualquer processo ou julgamento. Mas há esperança: impressionados com a perseverança e a firmeza dos cristãos em um ambiente hostil, nos últimos anos alguns muçulmanos encontraram a Jesus inclusive em províncias islâmicas como Kano e Kaduna.[1]

Mulheres usando a ´burqa´. 

Ataque na Nigéria mata 600. Maioria das vítimas é cristã

Lagos – Porta-vozes comunitários cristãos de Kano, no Norte da Nigéria, afirmam que pelo menos 600 pessoas, a maioria de fé cristã, morreram nos ataques de militantes muçulmanos, que também incendiaram uma dezena de igrejas e centenas de casas e negócios de seus rivais. Cerca de 30 mil pessoas tiveram que sair de seus lares para fugir dos confrontos, informaram líderes locais da Associação Cristã da Nigéria, por telefone, desde Kano. (Correio do Povo, 14/5/04)
O islã está avançando. Ele espalha-se por todos os continentes abrindo caminho para a implantação da sharia. Jamais um muçulmano convicto, que vive segundo as leis islâmicas, irá curvar-se diante de um governo democrático ou se sentirá comprometido com uma democracia ocidental. Por isso está sendo tão difícil o estabelecimento de um regime democrático no Iraque e no Afeganistão. Pelas leis islâmicas isso nem seria possível, pois assim o islã deixaria de ser islã. Mas ai dos países onde se instala a shariaSeja no Oriente Médio, na Ásia, na África ou em qualquer parte do mundo – onde a sharia torna-se lei, a liberdade acaba. Onde os preceitos islâmicos são seguidos ao pé da letra os direitos humanos são ignorados, pessoas são discriminadas e nenhuma crença além do islã é tolerada. Na Arábia Saudita, onde a sharia é o fundamento das leis, houve recentemente um atentado, com onze mortos, num bairro onde residem estrangeiros. Parece que poucos no Ocidente se importam que a Arábia Saudita seja um dos países que apóiam financeiramente as famílias dos terroristas-suicidas palestinos. Hoje o maior perigo terrorista vem dos grupos militantes do mundo islâmico que se baseiam na sharia. Não se trata apenas do Hamas, do Hezbollah ou da rede Al Qaeda, mas também de terroristas do Iêmen, da Argélia e do Abu Sayaf filipino. A nuvem de militantes islâmicos torna-se cada vez maior e mais densa, mas também mais negra e assustadora. Seja Israel, em seu conflito com grupos terroristas, os Estados Unidos no Iraque ou os países da África – todos são quase impotentes diante da ameaça terrorista, pois pouco podem fazer para impedir os ataques-suicidas. Como pode-se ameaçar ou dissuadir a quem está tão cheio de ódio por aqueles que não compartilham sua visão a ponto de jogar fora a própria vida para alcançar seus "direitos"? A sharia tornou-se um flagelo para a humanidade nos países onde impera, e parece estar abrindo caminho sem se deter diante do Ocidente.
Esse fenômeno só pode ser explicado no contexto do cenário dos "tempos finais". É tempo do fim em qualquer área, inclusive na religiosa. Apostatar de Deus e de Sua Palavra são atitudes que têm aumentado constantemente. Isso torna as pessoas cada vez mais cegas diante dos perigos e enganos religiosos.
Você pensa que as demonstrações de fé cristã são grandes, na América? Então precisa conhecer as aglomerações de islâmicos no mês do ´Ramadã´, por exemplo, em que os homens se abstêm de tudo: O seu jejum é tão rigoroso neste período que eles sequer engolem a saliva! Na foto, milhares de muçulmanos orando em Meca, Arábia Saudita. 
Lemos na Segunda Carta aos Tessalonicenses: "É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça" (2 Ts 2.11-12). É justamente o mundo ocidental que está se despindo de seu manto "cristão" e se despojando de tudo o que lembra o cristianismo ou que se aproxime das verdades bíblicas. Mas, ao fazer isso, parece não perceber que está passando a usar uma camisa-de-força imposta por outras influências. Onde Jesus Cristo e Sua Palavra são colocados de lado, idéias brutais e cruéis, estranhas e erradas passam a ocupar seu lugar. Não é de admirar que Deus entregue uma nação à ditadura de poderes ou ideologias injustas quando esta pisa Seu amor com os pés. Onde existe prazer com a injustiça ela rapidamente se instala e assume o comando. "Povos todos, escutai isto; dai ouvidos, moradores todos da terra" (Sl 49.1).
Fonte: Chamada da Meia-Noite

NOTA: Oremos, cristãos, pelos irmãos perseguidos nos lugares onde a sharia tem sido implementada. Não imaginamos os horrores das perseguições perpetradas, muitas vezes, por familiares próximos! O avanço do fundamentalismo oriental paralelamente ao secularismo ocidental parece, de fato, compor um cenário apocalíptico. Oremos para que o Evangelho consiga se insurgir como uma palavra de esperança, de conforto espiritual e solidez de fé aos milhões que estão presos sob as garras do fundamentalismo extremista.

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo

terça-feira, 14 de maio de 2013

Pat Robertson critica muçulmanos e defensores do casamento gay


O pastor chegou a dizer que o novo inimigo dos Estados Unidos é o islã, lugar antes ocupado pelo nazismo.

por Leiliane Roberta Lopes


Uma fala do pastor norte-americano Pat Robertson gerou polêmica nos Estados Unidos na última semana por tecer comentários sobre o islamismo e sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Ao falar sobre o atentado em Boston, o pastor citou que seu país está minimizando o papel do Islã no ataque que matou três pessoas e deixou outras dezenas feridas.
Sua crítica severa ao islã fez com que ele ganhasse o título de “islamofóbico” no jornal Huffington Post, já que comparou a religião com o nazismo.
“Não há nenhum problema em dizer que os nazistas eram monstros, sem problema. Estávamos lutando contra os nazistas, e nosso dever era derrotá-los, e todos nos Estados Unidos se mobilizaram para derrotá-los. Agora estamos em guerra, mas nos recusamos a identificar nosso inimigo, mesmo que esteja à vista”, disse o pastor.
Antes mesmo dos dois suspeitos serem identificados o telepastor já acusava o Islã pelos ataques. Em outras ocasiões, Pat Robertson já havia criticado os muçulmanos dizendo que eles fazem parte de uma religião “demoníaca”.
Outra frase que gerou muita polêmica nos Estados Unidos foi sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O pastor afirmou que os defensores dessa causa são iguais aos seguidores dos Illuminati.
O pastor de 83 anos estava comentando a respeito da aprovação do casamento gay na França quando fez a comparação. “Se você voltar na história para a Revolução Francesa, houve um impulso estimulado pelos escritos do grupo chamado Illuminati para destruir a família, para destruir o estado, para destruir o capitalismo e para destruir a igreja”, disse.
Robertson afirma que os defensores da união civil de homossexuais, assim como os apoiadores dos Illuminati, serão responsabilizados pelas repercussões desastrosas que virão a seguir.
O pastor que apresentava o famoso programa evangélico “The Club 700″ disse que não se trata apenas do casamento, mas da destruição da família e da criação de uma sociedade sem Deus.
“Temos aqui um debate sobre o casamento homossexual, mas é realmente apenas sobre o casamento?”, questionou. “Ou será que vai muito além, para destruir a família tradicional e construir uma país sem Deus?”.