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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Dificuldades de Evangelizar nos Estados Unidos

EVANGELIZAR NOS ESTADOS UNIDOS NAO É TAO FACIL NAO OBSTANTE SER UM PAIS DE ORIGEM PROTESTANTE.
 
Grupo que defende a expressão religiosa anunciou no início deste mês que entrou com uma ação judicial em nome da aluna contra a escola
CPADNEWS.COM.BR

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Ramadã

O Ramadã e os não-muçulmanos

O artigo abaixo foi escrito por Sheraz Khurram Khan, correspondente da agência Assist News Service no Paquistão.
O advento do Ramadã, o mês sagrado muçulmano, tirou a liberdade dos não-muçulmanos de comer em público no Paquistão.
Restaurantes e outras lojas do ramo alimentício somente abrem pela manhã bem cedo ou no horário da quebra do jejum. Nenhum não-muçulmano ousaria comer em público por medo de ser agredido pelos muçulmanos em jejum.
A "punição" por violar a santidade do Ramadã pode ser mais rigorosa e ameaçadora. Acredita-se que a fé dos muçulmanos em jejum pode faltar se acontecer de eles virem alguém comendo em sua frente. Sob o ponto de vista humanitário, a intensa restrição força os não-muçulmanos a passarem fome e sede quando estão fora de casa. Por que eles devem ser submetidos a seguir a agenda do Ramadã?
O islã dá grande importância ao Haqooq-ul-Ibad (diretos das pessoas). Essa prática de impor restrições de não comer em público para os não-muçulmanos durante o mês sagrado do Ramadã não os priva de seus direitos? Os eruditos muçulmanos mais esclarecidos no país poderiam influir no sentido de abrandar as restrições para os membros das comunidades minoritárias no Paquistão dizendo aos fiéis muçulmanos que não há inconveniente se alguém de uma comunidade minoritária comer em público ou diante deles.
Contra sua vontade, a maioria dos não-muçulmanos tem de aprender a restringir o apetite e a sede. Apesar da presença de cafeterias em alguns locais comerciais, elas permanecem fechadas durante o dia, forçando os empregados não-muçulmanos a continuar trabalhando sem que tenham se alimentado. Mesmo que eles levem seu lanche, provavelmente serão confrontados com demonstrações de desagrado.
Se o mês sagrado muçulmano pode forçar não-muçulmanos a comer e beber publicamente, não é difícil imaginar um muçulmano exigindo de um cristão que deixe de ir a igreja aos domingos porque sua ida a igreja faz com que ele se sinta incomodado.
Pela transformação da sociedade
E se algum cristão em jejum esperasse que um muçulmano não comesse na sua frente? Como um muçulmano reagiria a essa demanda? Muitos certamente se oporiam com veemência. É provável que a maioria reagisse dizendo: "Isso é uma exigência louca. Por que não deveríamos comer quando não estamos jejuando?" A exigência provavelmente levaria líderes radicais muçulmanos a promover manifestações, organizar ocupações e passeatas de protesto. A exigência poderia ser considerada como uma conspiração contra o islã.
Se os cristãos no país insistissem que os muçulmanos fizessem o mesmo, como seria difícil evitar que os muçulmanos comessem publicamente por 24 horas. Em vez dessa exigência "olho por olho", a melhor solução repousa na transformação da sociedade, tornando-a mais aberta, mais liberal, mais esclarecida e mais progressista.
Em países predominantemente cristãos, os muçulmanos observam seu mês sagrado do Ramadã, apesar do fato de pessoas de outras religiões comerem e beberem publicamente. Se isso não se constitui um obstáculo para o jejum dos muçulmanos que vivem no ocidente, por que a mesma concessão não poderia ser garantida aos cristãos paquistaneses, de modo que eles pudessem se sentir mais aliviados e menos tensos durante o Ramadã.  Essa medida pode aplacar seu senso de privação e aumentar sua produtividade.
Esse estado de coisas favorece as chances de que o fato de não-muçulmanos se alimentarem em público não seja visto como uma violação da santidade do Ramadã. Mesmo que essa concessão seja defendida por alguns eruditos muçulmanos, os líderes fundamentalistas se opõem fortemente a tal proposta. Já é tempo de nos certificarmos de que nosso engajamento em uma prática sagrada não dificulte a vida de pessoas de outras religiões.
Veja pedidos de oração e outros artigos na página Ore pelos cristãos durante o Ramadã
FonteANS
TraduçãoCristina Ignacio

quinta-feira, 16 de maio de 2013

“PADOM” significa LIBERDADE E REDENÇÃO


Quem Somos?

 
A palavra “PADOM” significa LIBERDADE E REDENÇÃO e consta só duas vezes na Biblia Sagrada emEsdras 2:44 e em Neemias 7:47.
Antes o nosso portal tinha o nome de TDFL GOSPEL, durante um ano e meio tinhamos este nome, mas Deus nos revelou um novo nome, que seria bem estratégico, pois pessoas entram muitas vezes querendo saber o que é esse Padom.
Somente em JESUS o ser humano ter a verdadeira, LIBERDADE e REDENÇÃO de seus pecados.
Estamos a 9 anos no na net, levando o amor de Deus em todo Brasil e mundo a fora.
Nosso maior objetivo é de pregarmos a Palavra de Deus, levar aos lares textos que venham edificar vidas e transforma-las através da mensagem da cruz.
Também usamos de maneiras estratégicas para que pessoas que não são evangélicas venham acessar o nosso site,pois inserimos noticias, com diversos temas, mas sempre  ligadas a religião, assim elas acessam o nosso portal e se interessam pelos textos edificantes, assim são evangelizadas.
Também informamos o povo de Deus com as noticias e videos.
Sejam Benvindos a Família Padom!
Temos vários colunista que nos ajudam a publicar o nosso conteúdo:
Nosso portal, é atualizado diáriamente…
SER CRISTÃO É SER FELIZ!
E SE FOR SALVO, OW GLÓRIA!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Dr Dráuzio, o Ateu e Pregação na TV

Samuel Couto Junior


Dr. Dráuzio Varella revela ser ateu e pede respeito: “Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que pareçam”. Leia na íntegra
Posted: 23 Apr 2012 07:21 PM PDT
O doutor e escritor Dráuzio Varella, conhecido nacionalmente por suas campanhas de saúde pela prevenção a doenças, revelou ser ateu e afirmou em um artigo escrito para o jornal Folha de S. Paulo que “o fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso”. Para Varella, na visão das pessoas religiosas, “os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo”. Dráuzio Varella afirma que foi educado para ser compreensivo com as crenças alheias, mesmo que não fizessem sentido para ele: “Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que a mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne intolerante, autoritária ou violenta”. O médico argumenta que as pessoas de fé também são ateias em relação à uma crença diferente da sua. “Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode discordar de sua cosmovisão devem pensar que eles também são ateus quando confrontados com crenças alheias”, e critica o critério da sociedade em relação aos ateus: “Os pastores milagreiros da TV que tomam dinheiro dos pobres são tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares porque obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus, seriam considerados mensageiros de Satanás”, pontua. O doutor explica em seu artigo que a postura de um ateu frente à fé não é oposição, simplesmente: “Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a crer leva outro a desacreditar”. Confira abaixo a íntegra do artigo: A humanidade inteira segue uma religião ou crê em algum ser ou fenômeno transcendental que dê sentido à existência. Os que não sentem necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos são tão poucos que parecem extraterrestres. Dono de um cérebro com capacidade de processamento de dados incomparável na escala animal, ao que tudo indica só o homem faz conjecturas sobre o destino depois da morte. A possibilidade de que a última batida do coração decrete o fim do espetáculo é aterradora. Do medo e do inconformismo gerado por ela, nasce a tendência a acreditar que somos eternos, caso único entre os seres vivos. Todos os povos que deixaram registros manifestaram a crença de que sobreviveriam à decomposição de seus corpos. Para atender esse desejo, o imaginário humano criou uma infinidade de deuses e paraísos celestiais. Jamais faltaram, entretanto, mulheres e homens avessos a interferências mágicas em assuntos terrenos. Perseguidos e assassinados no passado, para eles a vida eterna não faz sentido. Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a crer leva outro a desacreditar. Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode discordar de sua cosmovisão devem pensar que eles também são ateus quando confrontados com crenças alheias. Que sentido tem para um protestante a reverência que o hindu faz diante da estátua de uma vaca dourada? Ou a oração do muçulmano voltado para Meca? Ou o espírita que afirma ser a reencarnação de Alexandre, o Grande? Para hindus, muçulmanos e espíritas esse cristão não seria ateu? Na realidade, a religião do próximo não passa de um amontoado de falsidades e superstições. Não é o que pensa o evangélico na encruzilhada quando vê as velas e o galo preto? Ou o judeu quando encontra um católico ajoelhado aos pés da virgem imaculada que teria dado à luz ao filho do Senhor? Ou o politeísta ao ouvir que não há milhares, mas um único Deus? Quantas tragédias foram desencadeadas pela intolerância dos que não admitem princípios religiosos diferentes dos seus? Quantos acusados de hereges ou infiéis perderam a vida? O ateu desperta a ira dos fanáticos, porque aceitá-lo como ser pensante obriga-os a questionar suas próprias convicções. Não é outra a razão que os fez apropriar-se indevidamente das melhores qualidades humanas e atribuir as demais às tentações do Diabo. Generosidade, solidariedade, compaixão e amor ao próximo constituem reserva de mercado dos tementes a Deus, embora em nome Dele sejam cometidas as piores atrocidades. Os pastores milagreiros da TV que tomam dinheiro dos pobres são tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares porque obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus, seriam considerados mensageiros de Satanás. Ajudamos um estranho caído na rua, damos gorjetas em restaurantes aos quais nunca voltaremos e fazemos doações para crianças desconhecidas, não para agradar a Deus, mas porque cooperação mútua e altruísmo recíproco fazem parte do repertório comportamental não apenas do homem, mas de gorilas, hienas, leoas, formigas e muitos outros, como demonstraram os etologistas. O fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso. Em vez de unir, ele divide a sociedade -quando não semeia o ódio que leva às perseguições e aos massacres. Para o crente, os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo. Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que a mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne intolerante, autoritária ou violenta. Quanto aos religiosos, leitor, não os considero iluminados nem crédulos, superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os homens por suas ações, não pelas convicções que apregoam.
43 horas semanais com programação de igrejas evangélicas na Band rendem R$ 276 milhões à emissora anualmente
Posted: 23 Apr 2012 07:18 PM PDT
A programação evangélica na Band alcançará 43 horas semanais a partir de Maio, quando o novo programa do pastor Silas Malafaia entrar no ar. O “Fala Malafaia” fará parte também de uma estatística financeira da emissora. De acordo com Lauro Jardim, colunista da revista Veja, o canal sediado no bairro do Morumbi em São Paulo, fatura mensalmente R$ 23 milhões com os programas evangélicos veiculados na emissora. Segundo os dados levantados pela coluna Radar On Line, a partir do próximo mês as igrejas evangélicas passariam a ser responsáveis por aproximadamente um terço do faturamento da Band, somando R$ 276 milhões anuais. A Band transmite atualmente programas da Igreja Internacional da Graça de Deus, do missionário R. R. Soares, e da Igreja Mundial do Poder de Deus, do apóstolo Valdemiro Santiago, além do programa Vitória em Cristo e da nova atração do líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o “Fala Malafaia”. O Canal 21, emissora pertencente ao Grupo Bandeirantes, foi arrendada por Valdemiro Santiago para transmitir a programação da Igreja Mundial 24 horas por dia. O valor do acordo não faria parte das cifras reveladas acima.