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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Perseguição aos Cristãos no Mundo - Veja os paises

PERSEGUIÇÃO AO REDOR DO MUNDO
Coreia do Norte (1)
Arábia Saudita (2)
Afeganistão (3)
Iraque (4)
Somália (5)
Maldivas (6)
Mali (7)
Irã (8)
Iêmen (9)
Eritreia (10)
Síria (11)
Sudão (12)
Nigéria (13)
Paquistão (14)
Etiópia (15)
Uzbequistão (16)
Líbia (17)
Laos (18)
Turcomenistão (19)
Catar (20)
Vietnã (21)
Omã (22)
Mauritânia (23)
Tanzânia (24)
Egito (25)
Emirados Árabes Unidos (26)
Brunei (27)
Butão (28)
Argélia (29)
Tunísia (30)
Índia (31)
Mianmar (32)
Kuweit (33)
Jordânia (34)
Barein (35)
Palestina (36)
China (37)
Azerbaijão (38)
Marrocos (39)
Quênia (40)
Comores (41)
Malásia (42)
Djibuti (43)
Tadjiquistão (44)
Indonésia (45)
Colômbia (46)
Uganda (47)
Cazaquistão (48)
Quirguistão (49)
Níger (50)

Classificação de países por perseguição

A Portas Abertas Internacional trabalha nos países com maior perseguição aos cristãos, encorajando a Igreja a permanecer firme e preparando-a para ser luz em meio às trevas.
No mapa ao lado você encontra os 50 países que estão entre os mais opressores ao cristianismo e à liberdade religiosa. Essa lista é atualizada a cada ano.

Islamismo

A LEI DO HORROR


Islâmicos xiitas autoflagelando-se em homenagem ao ´imame´ Hussein. Esta dantesca manifestação de fé é um ato valorizado em vários países islâmicos. Hussein era neto de Maomé e foi assassinado em 680 d. C. Os xiitas consideram ´infiéis´ os islâmicos que se recusam a participar de tal manifestação de devoção. 


Por Norbert Lieth
 
Adaptado por Artur Eduardo
Onde a sharia, a lei islâmica, é estabelecida, toda a liberdade é cruelmente sufocada. Extremistas islâmicos fazem de tudo para conquistar o mundo e para implantar a sharia como legislação suprema.

Perseguição a cristãos na Nigéria

Persiste a expulsão de cristãos de regiões majoritariamente islâmicas. Os muçulmanos querem introduzir a sharia em toda a Nigéria. Segue o relato do jovem Nsikak Apkaidiok:
"Tornei-me cristão quando estava na universidade. Ao retornar para casa compartilhei com minha família as experiências que tive com o Senhor. Meu pai ficou furioso pois não queria saber do cristianismo. Ele amarrou minhas mãos nas costas e não me dava comida. Mas eu fiquei firme! Quando minha situação piorou, fui levado ao hospital. Mas era tarde demais: minhas duas mãos tiveram de ser amputadas".
Como esse novo convertido, milhares de outros cristãos têm sido vítimas das piores barbáries.
Limpeza sistemática

O que é a sharia?

A doutrina dos direitos e deveres religiosos do islã. Abrange as obrigações cultuais (orações, jejuns, esmolas, peregrinações), as normas éticas, bem como os preceitos fundamentais para todas as áreas da vida (matrimônio, herança, propriedade e bens, economia e segurança interna e externa da sociedade). Originou-se entre os séculos VII e X d.C. a partir dos trabalhos de sistematização realizados por eruditos e legisladores islâmicos e baseia-se no Corão, suplementado pela Suna, a descrição dos atos normativos do profeta Maomé.
Com seus ataques planejados, os muçulmanos tentam forçar a emigração dos cristãos, especialmente das províncias multireligiosas do centro da Nigéria (como Adamara, Plateau State e Taraba). No final de fevereiro de 2003, muçulmanos armados atacaram cristãos em Adamara, matando pelo menos 100 pessoas. Mais de 500 ficaram gravemente feridas, cerca de 130 casas e algumas igrejas foram queimadas e mais de 21.000 habitantes foram expulsos da região. Entre setembro de 2001 e abril de 2003 foram mortas mais de 6.000 pessoas e 500.000 foram expulsas de Plateau State. Dentre os diversos grupos étnicos da Nigéria, o povo Tiv, predominantemente cristão, que ocupava o Centro e o Sul do país, foi enxotado pelos povos muçulmanos dos Hausa, Fulani e Jukun e milhares de pessoas foram assassinadas. Ataques desse tipo são organizados e perpetrados constantemente por grupos islâmicos fortemente armados vindos de países vizinhos como Chade, Níger e Mali.

Implantação da sharia

Nas províncias ‘limpas de cristãos’ e agora majoritariamente islâmicas o passo seguinte é a implantação da sharia. Hoje, doze das 36 províncias da Nigéria já a têm como legislação suprema. Com mais seis províncias islamizadas a Nigéria seria majoritariamente muçulmana! As ‘províncias da sharia’ teriam, assim, a possibilidade de impor a lei islâmica ao país inteiro. Mesmo que os líderes muçulmanos declarem sempre que a sharia só é aplicada a muçulmanos, a realidade nas doze ‘províncias da sharia’ fala uma linguagem bem diferente.

Sharia para cristãos

Nas províncias administradas segundo os preceitos da sharia islâmica, quase não são mais construídas novas igrejas, pois elas certamente estariam muito próximas de alguma mesquita. Casamentos entre cristãos e muçulmanos são permitidos apenas quando o noivo é muçulmano; os filhos são considerados muçulmanos e devem ser educados como tais. Conversões de muçulmanos ao cristianismo continuam proibidas. Como acontece no Paquistão, os cristãos podem ser sumariamente acusados de ‘blasfêmia’ contra o profeta Maomé ou contra o islã. Cristãos devem estar sempre sob as ordens de patrões muçulmanos. Além disso, é comum que moradores de aldeias muçulmanas apliquem a lei islâmica sem interferência das autoridades: segundo declarações de organizações de direitos humanos confiáveis, muitas vezes as mãos e os pés de ladrões sãos cortados ou os consumidores de álcool são açoitados sem qualquer processo ou julgamento. Mas há esperança: impressionados com a perseverança e a firmeza dos cristãos em um ambiente hostil, nos últimos anos alguns muçulmanos encontraram a Jesus inclusive em províncias islâmicas como Kano e Kaduna.[1]

Mulheres usando a ´burqa´. 

Ataque na Nigéria mata 600. Maioria das vítimas é cristã

Lagos – Porta-vozes comunitários cristãos de Kano, no Norte da Nigéria, afirmam que pelo menos 600 pessoas, a maioria de fé cristã, morreram nos ataques de militantes muçulmanos, que também incendiaram uma dezena de igrejas e centenas de casas e negócios de seus rivais. Cerca de 30 mil pessoas tiveram que sair de seus lares para fugir dos confrontos, informaram líderes locais da Associação Cristã da Nigéria, por telefone, desde Kano. (Correio do Povo, 14/5/04)
O islã está avançando. Ele espalha-se por todos os continentes abrindo caminho para a implantação da sharia. Jamais um muçulmano convicto, que vive segundo as leis islâmicas, irá curvar-se diante de um governo democrático ou se sentirá comprometido com uma democracia ocidental. Por isso está sendo tão difícil o estabelecimento de um regime democrático no Iraque e no Afeganistão. Pelas leis islâmicas isso nem seria possível, pois assim o islã deixaria de ser islã. Mas ai dos países onde se instala a shariaSeja no Oriente Médio, na Ásia, na África ou em qualquer parte do mundo – onde a sharia torna-se lei, a liberdade acaba. Onde os preceitos islâmicos são seguidos ao pé da letra os direitos humanos são ignorados, pessoas são discriminadas e nenhuma crença além do islã é tolerada. Na Arábia Saudita, onde a sharia é o fundamento das leis, houve recentemente um atentado, com onze mortos, num bairro onde residem estrangeiros. Parece que poucos no Ocidente se importam que a Arábia Saudita seja um dos países que apóiam financeiramente as famílias dos terroristas-suicidas palestinos. Hoje o maior perigo terrorista vem dos grupos militantes do mundo islâmico que se baseiam na sharia. Não se trata apenas do Hamas, do Hezbollah ou da rede Al Qaeda, mas também de terroristas do Iêmen, da Argélia e do Abu Sayaf filipino. A nuvem de militantes islâmicos torna-se cada vez maior e mais densa, mas também mais negra e assustadora. Seja Israel, em seu conflito com grupos terroristas, os Estados Unidos no Iraque ou os países da África – todos são quase impotentes diante da ameaça terrorista, pois pouco podem fazer para impedir os ataques-suicidas. Como pode-se ameaçar ou dissuadir a quem está tão cheio de ódio por aqueles que não compartilham sua visão a ponto de jogar fora a própria vida para alcançar seus "direitos"? A sharia tornou-se um flagelo para a humanidade nos países onde impera, e parece estar abrindo caminho sem se deter diante do Ocidente.
Esse fenômeno só pode ser explicado no contexto do cenário dos "tempos finais". É tempo do fim em qualquer área, inclusive na religiosa. Apostatar de Deus e de Sua Palavra são atitudes que têm aumentado constantemente. Isso torna as pessoas cada vez mais cegas diante dos perigos e enganos religiosos.
Você pensa que as demonstrações de fé cristã são grandes, na América? Então precisa conhecer as aglomerações de islâmicos no mês do ´Ramadã´, por exemplo, em que os homens se abstêm de tudo: O seu jejum é tão rigoroso neste período que eles sequer engolem a saliva! Na foto, milhares de muçulmanos orando em Meca, Arábia Saudita. 
Lemos na Segunda Carta aos Tessalonicenses: "É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça" (2 Ts 2.11-12). É justamente o mundo ocidental que está se despindo de seu manto "cristão" e se despojando de tudo o que lembra o cristianismo ou que se aproxime das verdades bíblicas. Mas, ao fazer isso, parece não perceber que está passando a usar uma camisa-de-força imposta por outras influências. Onde Jesus Cristo e Sua Palavra são colocados de lado, idéias brutais e cruéis, estranhas e erradas passam a ocupar seu lugar. Não é de admirar que Deus entregue uma nação à ditadura de poderes ou ideologias injustas quando esta pisa Seu amor com os pés. Onde existe prazer com a injustiça ela rapidamente se instala e assume o comando. "Povos todos, escutai isto; dai ouvidos, moradores todos da terra" (Sl 49.1).
Fonte: Chamada da Meia-Noite

NOTA: Oremos, cristãos, pelos irmãos perseguidos nos lugares onde a sharia tem sido implementada. Não imaginamos os horrores das perseguições perpetradas, muitas vezes, por familiares próximos! O avanço do fundamentalismo oriental paralelamente ao secularismo ocidental parece, de fato, compor um cenário apocalíptico. Oremos para que o Evangelho consiga se insurgir como uma palavra de esperança, de conforto espiritual e solidez de fé aos milhões que estão presos sob as garras do fundamentalismo extremista.

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo

quarta-feira, 5 de junho de 2013

70% dos Protestantes São Pentecostais no Mundo Inteiro

PENTECOSTAIS REPRESENTAM 70% DOS PROTESTANTES DE TODO O PLANETA

Um estudo publicado em 2006 prevê que até 2025 haverá um bilhão de evangélicos pentecostais no mundo.
por Leiliane Roberta Lopes


Pentecostais representam 70% dos protestantes de todo o planeta           
 
        
Uma matéria especial do jornal Mensageiro da Paz do mês de janeiro relata a importância do pentecostalismo dentro do segmento de cristãos protestantes.
A reportagem apresenta números mundiais que confirmam a representatividade que os pentecostais possuem, afinal são 630 milhões deles espalhados pelos quatro cantos da Terra, ou seja, 70% dos 900 milhões de protestantes que existem no mundo.
No Brasil a quantidade de membros de igrejas pentecostais também vem crescendo, o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) notou este aumento em todas as regiões do Brasil e mostrou que a Assembleia de Deus é a igreja que mais cresce no Brasil.
Dos mais de 22,2% de evangélicos brasileiros, 13,3% são de igrejas pentecostais o que significa que temos mais de 25 milhões de membros de igrejas como as ADs, Deus é Amor, Brasil para Cristo, Congregação Cristã no Brasil, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja de Nova Vida e outras.
A reportagem do jornal mensal publicado pela CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) ainda mostra uma estimativa feita pela Hartford Institute for Religion Research, divulgada pelo MP em janeiro de 2006 já apontando este crescimento de evangélicos pentecostais no mundo.
O estudo diz que até 2025 terão mais de um bilhão de pentecostais no mundo, o que vai representar 45% de todos os cristãos – incluindo católicos, ortodoxos e protestantes em geral.
Fonte: site Gospel Prime.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Brasileiras Sequestradas


MUNDO CRISTÃO
MISSIONÁRIA CONTINUARÁ VIAGEM
Brasileiros sequestrados decidiram continuar visita mesmo após caso

Por: Redação Creio

A brasileira Sara Lima, 18, relatou à Folha como foram as horas que passou em cativeiro neste domingo, após ser sequestrada por um bando de beduínos armados na península do Sinai, no Egito. Ela conta que, apesar do susto, os sequestradores foram pacíficos e até fizeram uma "proposta de casamento".
Ela e a missionária Zélia Magalhães de Mello, 45, estavam num grupo de cerca 45 brasileiros que ia ao mosteiro de Santa Catarina, no sopé do monte Sinai quando o ônibus foi parado por beduínos armados. Além das brasileiras, foram levados o guia e um segurança, ambos egípcios. O governo egípcio assumiu as negociações e, cerca de nove horas depois, elas foram libertadas. Sara lembra que sua primeira reação foi um susto, mas que "depois comecei a orar e mantive a calma". "Por incrível que pareça, fomos bem tratadas. Eles nos deram comida, chá, água e cobertores por causa do frio do deserto", disse Sarah.
Ela explicou ainda que a comunicação entre elas e os beduínos, que não falavam inglês, foi intemediada pelo guia. "A ação foi mais para chamar a atenção do governo (...) não pediram resgate nem em dinheiro nem em pessoas", disse Sara.
Sara contou ainda que ela e Zélia ficaram ao ar livre, em um vale do deserto do Sinai, e que nesse período teria até recebido uma proposta de casamento.
"Não foram violentos, tinham armas, mas não atiraram enquanto a gente estava lá", disse. "Eles acham as mulheres brasileiras muito bonitas e até fizeram uma brincadeira que queriam casar comigo".
SEQUESTROS NO SINAI
Sequestros têm sido frequentes na região do Sinai, onde a segurança diminuiu depois da queda do ditador Hosni Mubarak, há um ano.
Em janeiro, 25 operários de construção chineses foram capturados, sendo libertados 15 horas depois. Dias depois, duas americanas foram sequestradas.
Os beduínos costumam pedir a libertação de companheiros presos em acusações que consideram injustas, geralmente tráfico de drogas e terrorismo.
Apesar dos alertas para não ir à região, Sarah disse que o grupo "estava confiante que nada ia acontecer, mas Deus quis assim".
Sarah, membro da Igreja evangélica Avivamento da Fé, de Osasco, disse que não pretende deixar de ir ao Egito, país que visita pela segunda vez.
"Continuo querendo voltar para esse país e subir o Sinai novamente", disse.
As turistas não mudaram os planos de viagem. Elas pegaram um ônibus para Taba, na fronteira com Israel, de onde seguirão para Jerusalém.

OUTRAS NOTÍCIAS
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Data: 21/3/2012