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sábado, 10 de março de 2012

O Homem Viverá 150 Anos ?


A era dos homens imortais

Recursos como próteses para substituir neurônios, máquinas que constroem DNA, coração e até um outro cérebro permitirão que a próxima geração viva pelo menos até os 150 anos - e as sucessoras, ainda muito mais

Monique Oliveira
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O ano será 2045. Ele marcará o início de uma era em que a medicina poderá oferecer à humanidade a possibilidade de viver por um tempo jamais visto na história. Órgãos que não estejam funcionando poderão ser trocados por outros, melhores, criados especialmente para nós. Partes do coração, do pulmão e até o cérebro poderão ser substituídos. Minúsculos circuitos de computador serão implantados no corpo para controlar reações químicas que ocorrem no interior das células. Estaremos a poucos passos da imortalidade.

Esta é a previsão de um grupo muito especial de cientistas conhecidos por ocupar a vanguarda de pesquisas que permeiam temas como a ciência da computação, a biologia e a biotecnologia. Entre eles, estão George Church, professor da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, o gerontologista e biomédico especializado em antienvelhecimento Aubrey de Grey e o engenheiro Raymond Kurzweil, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), que profetizou o surgimento da internet. Eles são os líderes de uma espécie de nova filosofia, batizada de Singularidade.
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Na astronomia, singularidade nomeia um lugar no espaço onde um corpo não envelhece. Na medicina, os arautos da imortalidade afirmam que ela nada mais é do que uma consequência real de uma revolução em curso que já faz disparar em velocidade sem precedentes a expectativa de vida humana. “Considerando a rapidez das inovações, uma pessoa nascida em 2050 terá 95% de chance de viver mil anos”, disse à ISTOÉ o inglês Aubrey de Grey.

Neste momento, o grupo está envolvido no crescimento da Universidade da Singularidade, já instalada no Vale do Silício, nos Estados Unidos, o mesmo que dá sede às principais empresas de inovação na área de informática. É na universidade, por exemplo, que trabalha o professor venezuelano José Luís Cordeiro. “Bactérias unicelulares que viviam há milhões de anos não envelheciam”, disse à ISTOÉ. “Nossas células germinativas também não envelhecem. Óvulos e espermatozoides vivem indefinidamente quando congelados”, afirma, apontando um dos fatores que levam a ele e a seus companheiros a acreditar no maior prolongamento da vida humana. No Brasil, os pesquisadores acompanham com olhos atentos os movimentos dos colegas internacionais. “A singularidade pode até não ter esse nome, mas o seu advento é certo”, acredita Marcos Formiga, coordenador do Núcleo de Estudos do Futuro da Universidade de Brasília.
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Tanta certeza está sustentada nos avanços já obtidos e naqueles que certamente virão. Só para se ter uma ideia, a partir do que se tem hoje, acredita-se que uma criança que acaba de nascer tem grandes chances de ultrapassar os 130 anos. “Com base nos recursos que temos atualmente, ela poderá viver pelo menos até os 150 anos”, afirmou à ISTOÉ Steven Austad, diretor do Instituto Barshop, fundação para estudos de longevidade ligada à Universidade do Texas, nos Estados Unidos. “Isso é perfeitamente factível, basta analisar os recentes progressos.”

Um dos campos nos quais os avanços foram mais notáveis é o das células-tronco, estruturas versáteis capazes de gerar diferentes tecidos do organismo. Há exemplos bem-sucedidos pelo mundo afora. Na área da cardiologia, diversos experimentos têm demonstrado seu poder para regenerar partes do músculo cardíaco. Em um deles, feito na Universidade de Louisville (EUA) com 16 portadores de insuficiência cardíaca, todos tiveram parte do tecido do coração regenerado com células-tronco retiradas do próprio órgão. Em metade deles, o tecido continuava se regenerando um ano após a injeção das estruturas. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, pesquisadores as utilizaram para restaurar a função motora em pessoas vítimas de acidente vascular cerebral. Dos 20 pacientes tratados, a maioria recuperou parte dos movimentos. “Acredita-se que as células-tronco impeçam o avanço da lesão e até regenere o neurônio”, diz a neurobiologista Rosália Mendes Otero, que comanda o estudo.
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A substituição de órgãos inteiros doentes por outros, sadios, é outra das razões apontadas pelos cientistas para justificar a crença em uma vida espetacularmente longa. Nos últimos anos, os avanços na medicina regenerativa – responsável por esse campo – impressionam. Tanto é que, segundo pesquisa realizada pela consultoria OThink, de São Paulo, 59% de cerca de mil entrevistados dizem acreditar que, em 2050, será possível produzir órgãos em laboratórios. De fato, já se conseguiu criar e implantar em seres humanos traqueia, bexiga, uretra e vasos sanguíneos. E há experiências de criação de mais órgãos, entre eles o coração e o fígado.

Um dos fatores mais importantes associados ao tempo de vida de um homem é sua genética. Seu DNA aponta qual será sua vida média e também pode trazer alterações que o predispõe a doenças. Por isso, boa parte dos esforços está concentrada em inventar recursos que interfiram no material genético de cada um. Um dos mais fantásticos é uma máquina que lê e muda a estrutura do DNA. O cientista George Church, de Harvard, por exemplo, criou um DNA artificial com um aparelho feito por ele, chamado Mage. O equipamento fabrica cerca de quatro milhões de genomas por dia. Com o invento, Church diz que é possível mudar a formados genética e os órgãos e tecidos que são constituídos a partir dela, promovendo a cura de enfermidades. “O DNA pode criar qualquer coisa biológica” disse à ISTOÉ.

Invenções como essa podem fazer com que a terapia gênica, cujo objetivo é corrigir defeitos genéticos, dê um salto e se firme como boa opção para estender a vida. Hoje, existem experimentos interessantes nessa área. Pesquisadores conseguiram, entre outras façanhas, mudar o gene de pacientes com hemofilia do tipo B, distúrbio genético caracterizado por sangramentos prolongados. O feito, realizado pela Universidade Estadual de Campinas, em São Paulo, em parceria com a Universidade de Filadélfia, foi alcançado inserindo o gene certo – responsável por determinar a fabricação de fator coagulante do sangue – dentro das células de seis pacientes. Quatro não tiveram mais sangramento espontâneo. “Por causa do sucesso, em 2013 teremos mais brasileiros participando do estudo”, diz Margareth Castro Ozelo, coordenadora do trabalho.
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PESQUISAS
George Church, acima, criou uma máquina que
fabrica material genético. Aubrey de Grey (acima) dirige uma
fundação que busca recursos para estender a vida humana
 
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Interferir no poder da genética passa também pela identificação de alterações que podem levar ao desenvolvimento de doenças. “Se uma pessoa fuma e tem predisposição genética para o câncer de pulmão, apresenta o dobro de chance de ter a enfermidade em comparação a um indivíduo que só fuma”, explica Renato Veras, coordenador da Universidade da Terceira Idade, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Por isso, para viver mais, é preciso conhecer as predisposições.” Para ajudar nessa tarefa, começam a proliferar testes que indicam vulnerabilidades, como a alguns tipos de câncer, e aptidões, como para o desempenho esportivo.

Mas, para que análises de predisposição genética possam ser feitas em larga escala e mapeiem mais doenças, cientistas alertam para a necessidade de se recolher o maior número de informações genéticas possível de uma população, a exemplo da Islândia, que mapeou o genoma de quase todos os seus habitantes. “No Brasil, ainda estamos começando esse processo”, diz Marcos Barcelos Pinho, coordenador de pesquisa e desenvolvimento do Progenética, laboratório especializado em diagnósticos moleculares, em São Paulo.

No mundo, a construção de bancos de dados de genoma é uma realidade mais próxima. “O importante neste momento é garimpar, associar genomas a diferentes perfis para que seja possível correlacioná-los”, afirmou à ISTOÉ Thomas Perls, da Universidade de Boston, nos Estados Unidos. O pesquisador acabou de completar o estudo de dois supercentenários e descobriu que o segredo da longevidade desses idosos não era a ausência de genes ligados a doenças, mas outros, capazes de neutralizá-los. “Eles até ficavam doentes, mas se recuperavam”, explica Perls.
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PRESENTE E FUTURO
O francês Lemaitre “rejuvenesceu” células. Ao fundo, uma simulação mostra
como seria sua imagem mais jovem, apontando os possíveis efeitos de seu estudo
Explicação semelhante para a longevidade foi encontrada no Brasil, na mais antiga pesquisa desse tipo por aqui realizada. O estudo concentra-se na avaliação de 80 idosos de Veranópolis, cidade mais longeva do País, localizada a 150 quilômetros de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Desde 1994, pesquisadores investigam o peso, para a vida longa, de fatores que vão da influência da espiritualidade às informações genéticas. Eles também encontraram fatores protetores que neutralizam a ação de genes para determinadas doenças. “Há genes associados à mortalidade precoce, mas outros que os impedem de atuar”, diz o geriatra Emílio Moriguchi, um dos coordenadores do trabalho.

Evitar os possíveis danos que os alimentos podem causar ao DNA também é um ponto de apoio da ciência que busca a imortalidade. Segundo o principal representante da Singularidade, o engenheiro Raymond Kurzweil, uma dieta de restrição calórica, com apenas os nutrientes necessários para a vida, pode nos levar a viver muito mais. A hipótese é que uma dieta restritiva pode ativar “os genes da sobrevivência”, que ajudariam o organismo a utilizar a energia de maneira mais eficiente, além de estabilizar o DNA, que ficaria menos mutante. “Seguir um regime pobre em calorias e rico em vitaminas realmente prolonga a vida humana”, explica Lucyanna Kalluf, nutricionista e farmacêutica, criadora do Instituto de Nutrição Personalizada, em São Paulo. De fato, um estudo de restrição calórica feito no MIT mostrou que a estratégia foi capaz de elevar a expectativa de vida das cobaias em 30%.
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COMIDA
O cientista Kurzweil propõe dieta de baixa caloria para viver mais
Esses são apenas exemplos dos instrumentos disponíveis atualmente para fazer com que a raça humana ultrapasse limites da longevidade. O futuro também promete soluções interessantes. Na Suíça, o cientista Henry Markram, diretor do Instituto do Cérebro, da Escola Politécnica de Lausanne, tenta recriar as funções do cérebro de um mamífero. Até agora, conseguiu reproduzir o córtex de um rato e intenta fazer o mesmo com o humano. Ele estima que o seu cérebro humano estará pronto em 2024. No meio do caminho, no entanto, é possível que próteses neurais, capazes de estimular eletricamente neurônios, sejam um subproduto desse experimento. Os pesquisadores já identificaram o material ideal, nanotubos de carbono, excelente condutor, assim como as células nervosas.

Na França, cientistas da Universidade de Montpellier orquestraram resultado igualmente ousado: transformaram uma célula de um homem de 74 anos em célula-tronco embrionária. Ou seja, a deixaram em um estado no qual tornou-se novamente capaz de se transformar em qualquer tecido do corpo. Foi a primeira vez que se conseguiu “rejuvenescer” uma célula. No campo das drogas, há também boas promessas. Em uma pesquisa da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, a rapamicina – usada para evitar a rejeição de órgãos após transplantes – possibilitou a cobaias viver 30% a mais do que o seu potencial genético permitiria. O próximo passo é testá-la com essa finalidade em humanos.
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Na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, cientistas descobriram que a molécula CCL11 acelera o envelhecimento cerebral. Agora, buscam uma forma de impedir sua atuação. E em um trabalho premiado pela fundação dirigida pelo inglês Aubrey de Grey, o pesquisador polonês Andrzej Bartke usou hormônios para estender a vida de ratos por até 1.819 dias. A expectativa de vida desse animal é de 360 dias.
Tudo isso dá ainda mais fôlego a quem acredita que um dia o homem será imortal. “A ideia de viver para sempre pressupõe que nossas moléculas se renovem e, mesmo assim, continuemos com a sensação de sermos a mesma pessoa”, disse à ISTOÉ o pesquisador George Church. “E posso afirmar que somos capazes de mudar essas moléculas e continuarmos sendo quem somos.”

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Geracao Retorno

'' Uma Geracao vai e outra vem '' Ec 1.3,4.

Descricao de Salomao de Geracao
Geracao de Moises
Geracao de Josue
Geracao de Eli
Geracao de Samuel
Geracao de Davi
Geracao de Saul
Retornando aos PrincípiosTexto: “Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.” (Oséias 6:3) Ec 1.3,4
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Verdade Central: Somos a geração do retorno. E a geração do retorno não é ignorante, mas esclarecida. Quando o Evangelho vai para a mão de pessoas leigas, de líderes despreparados, a essência é prejudicada.
Introdução: Muitos líderes leigos, despreparados começaram a comandar a Igreja de Cristo, e como muitos crentes são facilmente influenciáveis, foram enganados. Inclusive, ministramos durante longos anos que os grupos homogêneos se preferem; eles se atraem.
Discípulos querem proteção, cobertura. E isso vale tanto para o lado bom quanto para o ruim. Queridos líderes, não se iludam! Se o discípulo faz algo errado e você o confronta em amor, se ele não quiser mudar de vida, vai procurar outro líder que o acoberte ou outro ministério onde ninguém saiba qual é a realidade dele.
Normalmente, ficam com outro líder e outro ministério até serem descobertos. E se mais uma vez não mudam de vida, fazem uma ‘troca’ mais uma vez e não resolvem o problema de caráter que têm. É assim! Os grupos homogêneos se atraem sempre para o bem e para o mal.

A geração do retorno

Mas nós somos a geração do retorno. E, como geração, como equipe, devemos andar juntos. O que é essa geração do retorno? É uma geração de esperança, que crê e que faz as coisas acontecerem. É uma geração que espera do Senhor uma resposta para os dias atuais. Porque Deus é um Deus Atual para os tempos e estações. Deus nunca está ultrapassado. Nunca!
Deus é um Deus que revela a cada geração o novo momento que a geração viverá. E a nossa geração é uma geração de muitos privilégios, mas também de muitos riscos. Quanto mais informado você é, mais riscos você tem de eliminar para não atrapalhar a sua fé. Porque se o conhecimento alcançado no secular for mal administrado, você corre risco de morte.
Se você não administrar bem o conhecimento que Deus permite que você alcance, o mesmo conhecimento pode se transformar em arma nas suas mãos. Porque há pessoas que pensam poder ‘passar a perna’ em Deus. Mas Deus nunca é apanhado de surpresa. E a própria pessoa, em determinado momento, é apanhada em sua distração e denunciada por ela mesma.

Chamados para conhecer Deus

A geração do retorno é uma geração chamada para conhecer a Deus. Em Oséias 6:3 está escrito: “Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.” Todas as vezes que nasce a manhã, a grama está molhada. E é o Senhor que rega essa grama enquanto os filhos dormem.
Então Deus sabe regar a nossa fé enquanto dormimos. Deus rega a nossa estrutura de pessoa, profeta e sacerdote quando estamos nEle. Deus sabe fazer isso! A geração do retorno é aquela que crê que Deus é o Sustentador, mas não espera que tudo venha do Pai, também faz a parte que lhe é devida porque não é uma geração despreparada.

Palavra de sabedoria
A palavra de conhecimento, de sabedoria, de poder e de vida está viva em nosso século. Homens e mulheres com tremendas potencialidades estão-se rendendo a Jesus e tornando-se vozes de avivamento em toda a Terra. Porque Deus quer e precisa de pessoas preparadas, pessoas sábias que buscam conhecimento do Reino. Porém o Senhor quer pessoas com a inteligência e sabedoria dEle.
Tiago 1:5 diz que se você tem falta de sabedoria, peça a Deus porque Ele dá a qualquer um que pede. Quando um líder ou pastor ministra ao discípulo sabedoria, este deve agarrar com unhas e dentes, e receber em Nome de Jesus, porque quem tem a sabedoria elimina os riscos do século.
Um homem inteligente aprende errando, um homem sábio aprende com o erro dos inteligentes e dos tolos. Ele não precisa errar para aprender; essa é a diferença. A pessoa pode ser inteligente e errar, mas os sábios eliminam os erros, porque aprende com os erros dos que estão ao seu redor.
Então, mesmo na inteligência, você pode errar, mas na sabedoria, você elimina os erros. Peça ao Pai que lhe dê o espírito de sabedoria para que você não erre e para que abençoe muitas vidas.

A geração do retorno não desperdiça oportunidades
A geração do retorno não desperdiça oportunidades. Agarre as oportunidades como se fosse a última da sua vida e faça de cada oportunidade o seu trunfo. Há coisas na vida que não podemos voltar atrás: uma oportunidade perdida, uma palavra falada e uma palavra perdida. Só mesmo a misericórdia do Senhor.
Oportunidade é uma arma poderosa. Quando aparecer uma oportunidade, entre nela, não tenha medo de se expor. Quem não se expõe não conquista. Quem não se expõe não conquista e não faz história. Agora a sua exposição abre críticas fundadas e infundadas. Nenhum profeta está isento de ser exposto e caluniado. Se você é profeta, bem-vindo à calúnia, porque a Bíblia diz que feliz é aquele que recebe uma calúnia.
As oportunidades que Deus está lhe entregando são divinas. Ele está entregando para que você possa mudar a realidade geográfica em que vive. A primeira oportunidade é a base para as outras que nascerão. É na oportunidade divina que Deus vai colocá-lo nos lugares altos.
Você não imagina as portas que estão na sua direção. A chave do Reino abre qualquer porta e essa chave é nossa. As portas estão a sua frente, então abra as portas. Como seu líder, seu Pastor, o desejo do meu coração é que a sua vida, seu exemplo, seu testemunho seja uma chave para abrir portas na sua direção.

Uma geração que raciocina por princípios
Uma geração que raciocina por princípios, essa é a geração do retorno à Palavra. Como discípulo, como líder, você deve raciocinar pelos princípios bíblicos. Isso fala de você reoxigenar a sua alma. Como líderes de expressão, muitas vezes, somos flechados nas emoções, nos sentimentos, na vida, mas cabe a cada um de nós eliminar as raposinhas. As raposas se alimentam daquilo que está dentro da vinha.
Se não cuidarmos ou reoxigenarmos a alma com os princípios, virá dardos de destruição. A alma é um campo de batalha. A Bíblia diz que o espírito está pronto, mas a alma cresce ou estagna. A guerra que você enfrenta é na mente.
Somos líderes de avivamento! Então, não deixaremos o diabo ganhar vantagem em nossa mente. É ridículo um homem ou mulher com palavra e ensino deixar de raciocinar por princípios. Isso é atrasar o relógio de Deus. E infelizmente tem muita gente atrasando o relógio de Deus na sua direção. Portanto, vença o inimigo enchendo a sua mente de Deus.

Esperança – um dom para esta geração
O dom da esperança é um dom para líder. E quando faltar fé, há esperança. A esperança é um dom patriarcal que Abraão possuía. E todos que são semente de Abraão têm o dom de esperança.
Os relacionamentos nascem de uma semente. Mas também podem acabar com uma semente. Como isso é possível? Por um mal chamado erva daninha. A erva daninha entra na parte central da árvore, suga sua seiva, e nasce uma árvore dentro da árvore.
Somos a geração do retorno. Como tal, precisamos nos preparar porque Jesus vai voltar para buscar uma Igreja que raciocina pelos princípios, que crê que Ele é o Senhor e que mantém a sua esperança em mundo de tantas atrocidades. Não esqueça: você faz parte da geração do retorno aos princípios. Mergulhe em Deus!