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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Pastor Acusado de “crimes contra a humanidade”


Começa julgamento inédito de pastor acusado de “crimes contra a humanidade”

Artigo cristão escrito por Julio Severo

Começa julgamento inédito de pastor acusado de “crimes contra a humanidade”

Líder evangélico é vítima de grande orquestração esquerdista para fazê-lo exemplo aos pastores que ensinarem que homossexualismo é pecado

Na manhã de segunda-feira, 7 de janeiro de 2013, começa num tribunal federal nos EUA o julgamento mais escandaloso da história dos EUA.
O julgamento é inédito porque nunca antes um cristão foi julgado, com base na lei de crimes contra a humanidade, exclusivamente por pregar que na Bíblia Deus condena o comportamento homossexual.
O perigo do julgamento é que se o pastor for condenado, nenhum cristão que expressar uma opinião contrária aos atos homossexuais estará a salvo de represálias legais injustas.
O Rev. Scott Lively, que está pedindo orações para a comunidade cristã internacional, será julgado a partir de um grande processo legal internacional que alega que ele cometeu “Crime contra a Humanidade”, ao falar contra a homossexualidade em Uganda. Os acusadores dizem que o discurso dele em Uganda é prova suficiente para uma ação conforme o direito internacional. Os acusadores são a organização homossexualista Minorias Sexuais de Uganda (MSU), e o escritório de advocacia que apresentou a ação judicial, o Centro de Direitos Constitucionais, uma organização marxista financiada por George Soros.
O Rev. Lively nunca defendeu violência contra os homossexuais. Mesmo assim, a ação legal faz parecer que a pregação dele contra a homossexualidade em Uganda tem sido a única causa de perseguição aos homossexuais nesse país. De acordo com Lively, “O centro da atenção da prova da MSU de que homossexuais têm sido perseguidos em Uganda é o assassinato de seu líder, David Kato, em 2011. A queixa judicial omite descaradamente o fato (muito bem conhecido para MSU) de que Kato foi morto por um prostituto gay a quem Kato tinha tirado da cadeia, pagando-lhe a fiança, a fim de morar com ele e ser seu amante. Esse homem confessou esmagar a cabeça de Kato com um martelo depois que Kato não lhe pagou conforme havia prometido. O criminoso foi levado a juízo pelo crime”.
Ativistas gays vivem vidas perigosas com seus amantes e prostitutos, e deveriam os pastores cristãos levar a culpa pelas escolhas imorais deles?
Suponho que se Lively fosse um líder muçulmano visitando Uganda e pregasse morte a todos os homossexuais, ele seria deixado em paz pelos grupos homossexualistas, pelas organizações financiadas por George Soros e até pelas leis antipreconceito dos EUA.
A ação judicial contra o Rev. Scott Lively é um precedente muito perigoso para todos os cristãos que estão lutando contra a agenda gay. Uma orquestração poderosa de indivíduos e grupos homossexualistas e socialistas está usando um grupo gay de Uganda para que Lively seja levado a juízo como “Criminoso contra a Humanidade”! Essa orquestração só foi possível porque os EUA aprovaram em 2009 uma lei anti-“homofobia.
Se o julgamento contra o Rev. Scott tiver um resultado negativo no tribunal federal, nenhum cristão pró-família no Ocidente ficará seguro.
Você não estará seguro. Eu não estarei seguro.
No meu caso, tive de sair do meu país, o Brasil, a fim de escapar de pressões, perseguições e ações legais do MPF incitado pela ABGLT, a maior organização homossexual no Brasil que, com a assistência da secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton, recebeu oficial credenciamento no sistema da ONU em 2009.
Minha saída do Brasil, com minha esposa grávida e crianças pequenas, deveria ser suficiente para fazer com que a ABGLT me esquecesse, mas esse não é o caso. Mensagens interceptadas da ABGLT mostram que ela instruiu grupos gays do Brasil a descobrir minha localização.
Por causa da enorme e poderosa influência do governo americano pró-sodomia, os grupos gays estão com uma “estação de caça” aos cristãos pró-família. Aliás, o governo dos EUA junto com a ONU estão financiando a maior campanha de imposição homossexual do mundo, conforme documenta este vídeo:http://youtu.be/HbjAFUGQ3Xg
Os EUA e a ONU pró-sodomia têm transformado o Ocidente num lugar traiçoeiro, onde os cristãos pró-família têm de viver sob opressivas e enganosas leis antipreconceito. E o Brasil e outras nações latino-americanas estão imitando bovinamente essas leis.
“Crime contra a Humanidade” é uma ameaça legal muito grave. Se tal acusação ridícula e sem fundamento pode ser feita contra Lively como um cristão pró-família americano, o que acontecerá com os cristãos pró-família brasileiros?
A Bíblia será um livro de crimes contra a humanidade?
Os que acreditam e pregam a mensagem da Bíblia serão considerados criminosos de alta periculosidade?

autor

Julio Severo

Julio Severo

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado originalmente pela Editora Betânia, e do livro Orações Proféticas, publicado pela Editora Propósito Eterno.

domingo, 11 de março de 2012

Brasileiros nos Estados Unidos


Posted: 08 Mar 2012 03:25 AM PST

Fonte:  Comunidade News
Leriandre já tocava com frequência as músicas da cantora falecida.
Ele não era para estar em New Jersey neste dia. Mas por uma daquelas coincidências que somente o destino explica, o saxofonista fluminense Leriandre Feijo da Silva, 34, visitava um amigo em Manhattan no dia em que o funeral da cantora Whitney Houton, morta dia 11 de fevereiro, acontecia na vizinha Newark, New Jersey.
Era a oportunidade que ele esperava para fazer uma homenagem a cantora, que considera a maior de todos os tempos e que toca a maioria de suas músicas no saxofone. Mas nada foi planejado, diz ele. “Eu estava lá apenas para acompanhar o funeral no lado de fora, mas eu sempre carrego o meu saxofone dentro do carro”, diz ele.
Silva se deparou com uma mulher vendendo camisetas em homenagem à cantora. “Eu perguntei a ela se poderia tocar meu sax lá e ela disse que sim. Toda imprensa estava perto. Quando eu comecei a tocar, os repórteres vieram até onde eu estava para registrar o momento”, diz ele orgulhoso. O músico tocou por mais de uma hora sem parar os principais sucessos da cantora norte-americana.
A repercussão foi imediata. Redes como CNN e jornais por todo o país mostraram o brasileiro fazendo sua homenagem enquanto uma aglomerado de pessoas assistia e batia palmas. “Virei um fenômeno na internet”, exagera Silva.
Silva diz que esta não era a forma que desejava tocar para a cantora. “Eu queria mesmo era ter tocado no palco junto com ela, convidado por ela. Como ela não me convidou, eu tive que ir prestar essa homenagem”, brinca ele.
Morando em Boston, MA há apenas três meses, Silva diz que veio apenas para aprender inglês e tocar nas igrejas evangélicas, da qual faz parte. Membro da Assembléia de Deus do Rio de Janeiro e formado em análise de petróleo e gás, Silva já tem dois CD’s lançados e uma carreira que lhe proporcionou apresentações em redes de TV, como no programa de Mara Maravilha da Record.
A música de Whitney Houton faz parte de sua vida. “Eu adoro ela. Sempre toco as suas músicas em casamentos e outros eventos”, diz ele que afirma ter ficado com o coração partido quando soube de sua morte inesperada. “Foi uma tristeza terrível”.
Início precoce 
O saxofone faz parte da vida de Silva desde os seus 11 anos. Foi na pequena Engenheiro Paulo Frontim, interior do Rio de Janeiro, que ele começou a aprender música. “Eu queria aprender a tocar trombone, mas tinha um aluno que já tocava e não havia outro. Restou eu aprender o que estava disponível que era um saxofone”, relembra ele que diz ter-se apaixonado pela música ainda aos 5 anos.
Missão evangélica
Para Silva, tocar saxofone vai além do prazer e da profissão, é para ele uma forma de levar a mensagem de Deus para as pessoas. “Eu tenho uma visão ministerial. Quero levar a palavra de Deus ao redor do mundo”, diz ele acrescentando que já tem planos para ir tocar em igrejas na Europa.
Mesmo tendo trabalhado para a Petrobras como analista de petróleo e gás, Silva diz que a vida ministerial falou mais alto do que a profissão. “O chamado que Deus tem comigo está acima de tudo”, diz.

Reproduzido com permissão e em parceria com a Comunidade News.